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Financiamento imobiliário: veja como verificar as taxas cobradas por bancos

by fabio 30 de outubro de 2024
written by fabio

Site do Banco Central pode ajudar os consumidores a pesquisarem os juros aplicados por diferentes instituições

Por Beatriz Rocha – Publicado em 22/10/2024 – 21h46

A Caixa Econômica Federal recentemente anunciou mudanças nas regras para quem busca o financiamento de imóvel pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Relatos mostrados nesta reportagem do Estadão também indicam que os consumidores têm enfrentado negativas mesmo em negociações avançadas com o banco.

As alterações comunicadas pela Caixa começam a valer a partir de 1° de novembro. De acordo com a instituição, as novas regras não se aplicam às unidades habitacionais vinculadas a empreendimentos financiados pelo banco. As propriedades já adquiridas também não terão as suas regras de financiamento alteradas, e as mudanças só valerão para futuros contratos.

Para quem optar pelo Sistema de Amortização Constante (SAC), em que a prestação cai ao longo do tempo, a entrada subirá de 20% para 30% do valor do imóvel. Pelo sistema Price, que trabalha com parcelas fixas, o valor aumentará de 30% para 50%. Ou seja, em ambos os casos, a pessoa precisará guardar mais dinheiro para conseguir entrar em um financiamento.

Nesta reportagem, apresentamos simulações de como as mudanças devem afetar os consumidores. Tomando como base um imóvel de R$ 500 mil, pelo antigo modelo no SAC, a pessoa precisaria pagar R$ 100 mil de entrada. Agora esse valor subirá para R$ 150 mil. Já no sistema Price, a entrada, que antes era de R$ 150 mil, passará a ser de R$ 250 mil.

Além da exigência de um maior valor de entrada, a Caixa também passará a financiar a compra ou a construção individual de imóveis que tenham valor de avaliação ou de compra e venda limitado a R$ 1,5 milhão pelo SBPE. Antes, o crédito pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com juros mais baixos, estava restrito a imóveis de R$ 1,5 milhão, mas as linhas do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) não tinham teto de valor do imóvel.

Como pesquisar outros bancos para conseguir financiamento?

Com a maior restrição ao crédito habitacional pela Caixa, a principal recomendação é comparar outras opções de bancos antes de contratar um financiamento imobiliário. Nessa hora, vale pesquisar as taxas de juros cobradas por cada instituição.

Os valores podem variar conforme a análise de crédito do cliente e o seu relacionamento com o banco. De forma geral, no entanto, grande parte dos contratos acordam uma taxa prefixada. Assim, o contratante sabe exatamente a porcentagem de juros associada ao financiamento até o fim dos pagamentos.

Também existem contratos em que a taxa de juros imobiliários é variável. Nesse caso, ela sofre reajustes periódicos considerando um índice de referência, como o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou a Taxa Referencial (TR).

No site do Banco Central (BC), o consumidor pode consultar diferentes formas de juros praticados pelos bancos. essa é uma informação importante que ajuda a fazer comparações para checar se os produtos de financiamento de imóvel ofertados estão praticando juros abaixo ou acima da média do mercado. Abaixo, veja as páginas do BC que divulgam a informação:

Taxas prefixadas para pessoas físicas:

  • Financiamento imobiliário com taxas de mercado
  • Financiamento imobiliário com taxas reguladas

Taxas pós-fixadas referenciada em TR

  • Financiamento imobiliário com taxas de mercado
  • Financiamento imobiliário com taxas reguladas

Taxas pós-fixadas referenciada em IPCA

  • Financiamento imobiliário com taxas de mercado
  • Financiamento imobiliário com taxas reguladas

Leia mais no texto original: (https://einvestidor.estadao.com.br/educacao-financeira/taxas-financiamento-imobiliario-bancos/)

© 2024 Todos os direitos são reservados a E | Investidor Estadão, conforme a Lei nº 9.610/98.

30 de outubro de 2024 0 comments
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Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) celebra 35 anos - Revista Incêndio
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Caixa altera regras para financiamento de imóveis a partir de novembro

by fabio 21 de outubro de 2024
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Mudança reduz percentual financiado e exige maior entrada para imóveis de até R$ 1,5 milhão

Por ALLAN RAVAGNANI – Publicado em 19/10/2024 – 12h

A Caixa Econômica Federal anunciou novas regras para financiamento de imóveis, que entrarão em vigor no próximo mês. A partir de 1º de novembro, a cota máxima de financiamento para imóveis avaliados em até R$ 1,5 milhão será reduzida.

Na modalidade SAC, em que as parcelas são mais altas no início e menores ao longo do tempo, o limite passa de 80% para 70% do valor do imóvel. Além disso, no sistema Price, onde as parcelas permanecem constantes, o percentual de financiamento será reduzido de 60% para 50%. Dessa forma, o comprador precisará de um valor maior para a entrada.

A Caixa explicou que as mudanças se devem ao aumento da procura por crédito imobiliário e ao crescimento no volume de saques da poupança. Até setembro de 2024, o banco já havia concedido R$ 175 bilhões em crédito habitacional. Esse valor representa um aumento de 28,6% em relação ao mesmo período de 2023.

Foram realizados, ao todo, 627 mil financiamentos, beneficiando cerca de 2,5 milhões de pessoas. No segmento de crédito com recursos da poupança (SBPE), a Caixa alcançou 48,3% do total de contratações de financiamentos habitacionais no país. Esse valor equivale a R$ 63,5 bilhões em operações realizadas até setembro.

A carteira habitacional do banco ultrapassou R$ 800 bilhões, com mais de 7 milhões de contratos ativos. Para lidar com a alta demanda e respeitar o orçamento disponível para 2024, a Caixa afirmou que continua revisando suas políticas.

Além disso, o banco segue dialogando com o mercado e o governo para encontrar novas soluções que permitam a expansão do crédito imobiliário. Vale ressaltar que as mudanças nas cotas de financiamento e na limitação de valor não se aplicam a unidades habitacionais de empreendimentos financiados pela própria Caixa, que continuarão com as condições atuais.

Leia mais no texto original: (https://www.cartacapital.com.br/do-micro-ao-macro/caixa-altera-regras-para-financiamento-de-imoveis-a-partir-de-novembro/)

© 2024 Todos os direitos são reservados a Carta Capital, conforme a Lei nº 9.610/98.

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Defesa Civil é aliada importante no trabalho dos bombeiros - Revista Incêndio
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Caixa vai diminuir valor financiado de imóveis ainda nesse mês; Veja novas regras

by fabio 14 de outubro de 2024
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Por Anna França – Publicado em 11/10/2024 – 17h09 

A partir de 21 de outubro a instituição vai reduzir o valor para financiamento da casa própria.

A Caixa Econômica Federal, responsável por quase 70% dos financiamentos de imóveis no país, vai mudar as regras do financiamento. A partir de 21 de outubro a instituição vai reduzir o valor para financiamento da casa própria. As regras valem tanto do Sistema de Amortização Constante (SAC) como pela tabela Price.

Em comunicado a agentes imobiliários que o InfoMoney teve acesso, o banco informa que as novas regras valem para imóveis novos, usados , comerciais, construção individual e lote urbanizado. Pelo SAC, o financiamento que antes era de até 80% do valor cairá para 70%. Pela Tabela Price passa de 70% para apenas 50% do valor. Além  disso, o comprador não pode ter financiamento ativo na Caixa. O limite de Valor de Imóvel (garantia) é de até R$ 1,5 milhão. Imóveis Adjudicados e imóveis de empreendimentos vinculado a Caixa não entra nessa nova regra.

Com isso, o consumidor, que antes precisava ter 20% do valor do imóvel para a entrada, agora precisará ter 30% no caso do SAC e 50% no caso da Tabela Price. “Com isso, a Caixa está dando dois recados claros ao mercado: que ela tem menos recursos para emprestar e que, por isso, será mais seletiva na concessão”, explicou o coordenador do curso de negócios imobiliários da FGV, Alberto Ajzental.

Segundo o professor, isso se deve às quedas constantes na participação da poupança na formação das reservas para o empréstimo. O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), linha de crédito imobiliário utilizada para financiar o setor imobiliário, que já representou 70%, agora não chega a 34%. “O saldo da poupança vem caindo ano a ano, com retiradas de R$ 80 bilhões ao ano, reduzindo drasticamente o dinheiro na poupança. Como os bancos são obrigados a emprestar 65% do que tem de depósito na caderneta, mas não tem mais recursos, então eles serão mais seletivos na concessão”, explica, frisando que por fora as instituições ainda tem de lidar com a Taxa Básica de Juros, a Selic, em alta, o que ajuda a deixar os recursos ainda mais caros. “Com menos dinheiro disponível significa que o dinheiro para emprestar ficará mais caro”.  

A Caixa já foi contatada e a reportagem aguarda retorno.

Leia mais no texto original: (https://www.infomoney.com.br/consumo/caixa-vai-diminuir-valor-financiado-de-imoveis-ainda-nesse-mes-veja-novas-regras/)

© 2024 Todos os direitos são reservados a InfoMoney, conforme a Lei nº 9.610/98.

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What to do if your product isn’t growing

by fabio 14 de outubro de 2024
written by fabio

As a founder, product lead at Pinterest and PM for a couple products at Google, as well as a growth partner for Initialized Capital, I’ve seen many product teams struggle to grow. Many products start out with a bang. Some find product-market fit with sustained growth. A few have gone through spurts of hyper-growth. But more often than not, I’ve seen most of them linger then fizzle.

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They turn to growth tactics like optimizing their on-boarding funnel, SEO or push notifications before really understanding what they are building and who they are building for. This may create an initial burst of short-term growth.

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Before trying different growth tactics like throwing spaghetti at a wall, startups need to take a fresh look at their users, evaluate their product end goals and re-define the journey they want their users to take to get there. Here are some tips that can help define a path which will clarify the different steps needed to unlock product growth.

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One thing separates creators from consumers

by fabio 14 de outubro de 2024
written by fabio

Enterprise applications are complex — there is an insane amount of information that is to be displayed that contains data from various sources, modules and users. There are complex graphs, usage patterns, and lists of data that need to be skimmed through before one can make sense of what the console is getting at.

“The biggest challenge with designing enterprise applications is the lack of examples of patterns that work or don’t work in specific scenarios.”

Since most enterprise applications contain sensitive data pertaining to the company, there are very few examples out there that talk to some of the common problems faced while designing enterprise apps. There exists pattern libraries that talk in-depth about how each component should work but very little on when to use them. The patterns we see in design libraries are often oversimplified and does not work in real enterprise applications where data and the use-cases are more complex in nature.

What you see below is a typical enterprise application. The working window is dense with information with a crazy number of panels each indicating information that is contextual to any other selection made on the screen.

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Should startups care about profitability? More news at 10

by fabio 14 de outubro de 2024
written by fabio

There are certain topics that even some of the smartest people I talk with who aren’t startup oriented can’t fully grok. One of them is whether profitability matters. It’s common cocktail party chatter to hear people confidently pronounce that some well known startup is sure to blow up.

Or you know the other one — the one where Snapchat lost $2 billion in just one quarter. Two-fucking-billion! What a disaster! Except that they didn’t actually lose $2 billion in cash. It was a stock option incentive related “expense” but I bet you didn’t know that because in an era where we only read the headlines — they must be a train wreck losing billions. (They actually lost about $175 million in cash in that quarter, FWIW. See appendix if you want to know more on this.)

“How could they succeed when they’re not even profitable!”

If you hire 6 senior sales reps in January at $120,000 / year salary then you’ve taken on an extra $60,000 per month in costs yet these sales people might not close new business for 6 months. Your profitability will go down for 2 quarters while your growth may increase dramatically in quarters 3–12.
I know this seems obvious but I promise you that even smart people forget this when talking about profitability. 70–80% of the costs of most startups are employee costs so what you’re really talking about when a company is unprofitable is that they are growing their staff ahead of their revenue.

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What to do if tour product isn’t growing

by fabio 14 de outubro de 2024
written by fabio

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by fabio 14 de outubro de 2024
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by fabio 14 de outubro de 2024
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Profissionais de SST de todo o Brasil se reunirão em Natal para o II CONESSO - Revista Cipa
SST - Eventos

Atualização do valor dos bens imóveis: será que vale a pena?

by fabio 7 de outubro de 2024
written by fabio

Por Henrique Munia e Erbolato & Laura Matukiwa – Publicado em 02/10/2024 – 18h24

A Lei nº 14.973, de 16 de setembro de 2024, regulamenta a desoneração da folha de pagamento para o ano de 2024 e estabelece novas regras fiscais que impactam diretamente o patrimônio de pessoas físicas e jurídicas.

Entre as mudanças mais relevantes está a atualização do custo de bens imóveis para pessoas físicas e jurídicas no Brasil para fins de apuração do ganho de capital.

A Receita Federal regulamentou a opção pela atualização do valor de bens imóveis para o valor de mercado, de que tratam os artigos 6º a 8º da Lei nº 14.973/2024, por meio da Instrução Normativa nº 2.222, publicada em 24 de setembro de 2024.

Resumidamente, os artigos 6º e 7º da Lei nº 14.973/2024 permitem a atualização do valor de bens imóveis já declarados por pessoas físicas na Declaração de Ajuste Anual (DAA), bem como dos imóveis registrados no ativo não circulante do balanço patrimonial de pessoas jurídicas. Esses bens podem ser reavaliados pelo valor de mercado e a diferença estará sujeita a uma tributação conforme uma alíquota reduzida quando comparada às alíquotas padrão de ganho de capital.

Armadilha

Para pessoas físicas, a alíquota aplicada será de 4% no Imposto de Renda (IRPF), enquanto a tributação usual varia entre 15% e 22,5%. Já para pessoas jurídicas, a atualização será tributada com uma alíquota de 6% no Imposto de Renda (IRPJ) e 4% na Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), totalizando 10%, sendo que a alíquota geral dessas empresas normalmente chega a 34%.

Embora a redução das alíquotas possa parecer atrativa, é fundamental examinar a questão com cuidado, especialmente devido à armadilha presente no artigo 8º da referida lei, que estabelece um período de espera de no mínimo 15 anos para o aproveitamento total das vantagens fiscais.

Durante esses 15 anos, o benefício tributário é concedido de forma gradual, ou seja, nos primeiros 36 meses, o percentual de utilização do aumento de custo é de 0%, aumentando progressivamente a uma taxa de 8% para cada intervalo de 12 meses, até atingir 100% para alienações realizadas após 180 meses (sendo o último aumento de 6%). Ou seja, no período a partir de 36 e até 48 meses, o contribuinte pode se beneficiar de 8%, a partir de 48 até 60 meses, de 16% e assim por diante, até atingir o benefício pleno, a partir de 180 meses.

Três abordagens

Assim, quanto mais tempo o imóvel for mantido, maior será o desconto efetivo no imposto devido. Ocorre, todavia, que existem três formas de enxergar a presente sistemática, começando pela mais simples e chegando até a mais completa. E nas três formas, existem fatores cuja análise pode influenciar na decisão de adotar (ou não) dessa atualização.

A primeira forma de análise é a mais simples e tem o conceito de que o benefício vale a pena a partir do momento em que, nominalmente, se paga menos tributo, considerando exclusivamente as alíquotas nominais. Nesse caso, em prazos que excedam os 72 meses (seis anos), haveria um ganho nominal (montante que consta nos Darfs).

A segunda forma de análise é um pouco mais complexa. Ela considera a aplicação dos benefícios hoje previstos tais como as isenções e fatores de redução do ganho de capital, que dependem tanto da natureza do alienante (se pessoa física ou jurídica), como da natureza do bem (se imóvel residencial, comercial ou rural) e da destinação dos recursos (como, por exemplo, se tais valores serão utilizados na aquisição de outros valores). Nesse caso, se calcula a diferença nominal efetiva entre o valor com e sem a atualização, considerando os benefícios aplicáveis.

Apenas para dar um exemplo ilustrativo, caso a venda posterior seja isenta de ganho de capital, atualizar o imóvel corresponderia a um desperdício de recursos, pois se paga 4% agora para se economizar 0% no futuro. Esse é apenas um caso auto evidente, mas há outros exemplos em que fatores de redução do ganho de capital na alienação do imóvel podem impactar na decisão final, também reduzindo o benefício real do pagamento de 4%.

A terceira forma de análise é mais sofisticada e, a nosso ver, recomendada. Isso porque há um problema tanto com a primeira quanto com a segunda forma de comparação: as duas consideram que um pagamento hoje equivale ao mesmo pagamento feito quinze anos no futuro. Apesar de ser uma suposição razoável para pequenos intervalos, essa premissa nos parece incorreta quando se lida com prazos amplos.

Portanto, é necessário levar em consideração o custo de oportunidade — ou seja, quanto se deixou de ganhar ao pagar 4% hoje em vez de investir o mesmo montante por 15 anos. Só assim se pode efetivamente chegar a uma conclusão fundamentada sobre aderir ao suposto benefício, ainda mais em um cenário de rentabilidade real elevada e prazos alargados que podem superar uma década. Levando esses fatores em consideração, os benefícios tendem a ser muito mais limitados na prática, sendo vantajosos em casos excepcionais.

Conclusão

Assim, apesar de à primeira vista parecer uma boa oportunidade, o benefício concedido parece mais uma medida cuja finalidade é gerar uma arrecadação adicional imediata para o governo, na medida em ele recebe o pagamento antes, enquanto o contribuinte pode não colher benefícios esperados, ainda mais num cenário com tantas variáveis e prazos tão longos.

Num país em que o futuro é duvidoso e até o passado é incerto, será que vale a pena fazer uma aposta de 15 anos?

Leia mais no texto original: (https://www.conjur.com.br/2024-out-02/atualizacao-do-valor-dos-bens-imoveis-sera-que-vale-a-pena/)
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7 de outubro de 2024 0 comments
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