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Saúde do trabalhador no cultivo de maçã é tema de debate no SC - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Conta de luz fica mais cara a partir desta terça-feira

by fabio 2 de outubro de 2024
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Bandeira tarifária 2 é a mais cara no sistema da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)

Por AMANDA SAMPAIO – Publicado em 01 /10/2024 – 10:02

A conta de luz vai ficar mais cara para os brasileiros. Isso acontece porque entrou em vigor nesta terça-feira, 1°, a bandeira tarifária vermelha patamar 2, a mais cara da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).

Com a medida, os clientes vão passar a desembolsar R$7,877 para cada 100 quiloWatts-hora (kWh) de energia consumidos.

O acionamento da nova bandeira tarifária acontece em meio à expectativa de baixa nos reservatórios das usinas hidrelétricas e à alta no preço do mercado em outubro, de acordo com a ANEEL.

Entenda como funciona o sistema tarifário da conta de luz

O sistema de bandeiras tarifárias sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

As cores das bandeiras (verde, amarela ou vermelha) indicam se a energia vai custar mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade.

O que significa cada cor e quanto custa

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia – a tarifa não sofre nenhum acréscimo;
  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis – a tarifa sofre acréscimo de R$0,01885 para cada quiloWatt-hora (kWh) consumidos;
  • Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração – a tarifa sofre acréscimo de R$0,04463 para cada quiloWatt-hora (kWh) consumidos:
  • Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração – a tarifa sofre acréscimo de R$0,07877 para cada quiloWatt-hora (kWh) consumidos;

Todos os consumidores cativos das distribuidoras são faturados pelo sistema de bandeiras tarifárias, à exceção daqueles localizados em sistemas isolados.

Leia mais no texto original: (https://revistaoeste.com/economia/conta-de-luz-fica-mais-cara-a-partir-desta-terca-feira/)
© 2024 Todos os direitos são reservados a REVISTA OESTE, conforme a Lei nº 9.610/98.

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Selic em alta tende a encarecer crédito imobiliário

by fabio 27 de setembro de 2024
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Instituições financeiras e construtoras já vislumbram cenário com novo ciclo de aperto monetário

Por ECONOMIA JB – Publicado em 26/09/2024 – 21:15

Por Circe Bonatelli – Com a retomada do ciclo de alta dos juros básicos pelo Banco Central, as instituições financeiras e as construtoras já vislumbram uma elevação dos juros cobrados no crédito imobiliário.

A vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Inês Magalhães, afirmou que o banco vai manter a taxa inalterada neste ano caso o volume de financiamentos permaneça dentro do planejado. Já se a demanda for além, o banco avaliará uma subida.

“Para 2024, vamos trabalhar com essa taxa de juro (cerca de 9% a 10% ao ano). Para o orçamento de financiamento previsto, nós estamos tranquilos”, disse Magalhães. A Caixa liberou R$ 39,5 bilhões em crédito imobiliário neste ano até julho, o equivalente a 56,4% do teto do orçamento anual, de R$ 70 bilhões. “Se tivermos que ampliar o orçamento, aí teremos que precificar qual será a taxa”, ponderou.

Por sua vez, o sócio e diretor de Negócios Imobiliários do Itaú BBA, Bruno Bianchi, disse que há possibilidade de uma subida da taxa do crédito imobiliário nos próximos meses se não houver uma reversão nos rumos dos juros da economia brasileira – algo pouco provável no curto prazo. “É possível ver uma alta na taxa de juros do crédito imobiliário nos próximos meses se não houver uma mudança de tendência dos juros do País”, afirmou Bianchi. “Não tem muito como escapar dessa situação”.

Bianchi admitiu que essa não é uma notícia boa para o setor imobiliário, que tem uma demanda intensiva de capital seja para a construção de moradias quanto para a venda. Por outro lado, ele disse que há um esforço em segurar ao máximo as taxas, levando em conta que o crédito imobiliário é a maior carteira setorial, com inadimplência reduzida, e fidelização dos clientes por vários anos. “Qualquer ajuste será feito com parcimônia”.

O superintendente executivo de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, Thiago Lisboa Spessoto, disse que o ciclo de alta da Selic gera uma pressão relevante de elevação das taxas praticadas pelas instituições financeiras. “A pressão sobre o spread é na veia”, enfatizou.

Spessoto explicou que há um esgotamento na oferta de recursos da caderneta de poupança para abastecer o financiamento imobiliário. Dessa forma, os bancos têm buscado fontes alternativas de recursos, cujo custo de captação está atrelado à Selic. “Estaremos mais suscetíveis às variações dos juros. Se o juro sobe, põe pressão sobre o spread dos bancos”.

Os executivos participaram nesta semana do Fórum Incorpora, organizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), e também conversaram com a reportagem.

Perspectiva de alta

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Cyrela, Miguel Mickelberg, classificou como “frustrante” a mudança na direção da Selic, já que as previsões de economistas no início de 2024 era de um ciclo de redução dos juros ao longo do ano. “É uma frustração grande começar o ano esperando uma taxa de juro de um dígito e ver o cenário atual mudando completamente”, disse o executivo.

Mickelberg contou que, por ora, não houve mudança de taxa nem de condições de financiamentos dos bancos aos clientes na etapa de entrega das chaves de imóveis vendidos na planta. No entanto, a tendência é que o mercado fique mais apertado nos próximos meses, estimou. “Eu acredito que os bancos vão ter algum reajuste na taxa. Ainda não vimos nada disso, é uma opinião pessoal com base no cenário macroeconômico”, afirmou. Mickelberg acrescentou ainda que as vendas de imóveis da companhia e do mercado como um todo “seguem saudáveis”.

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da incorporadora Eztec, Emilio Fugazza, apontou um aumento na procura de financiamento pelos clientes diretamente com a incorporadora. Isso tem acontecido ainda de forma incipiente, mas indica que os bancos andam mais restritivos na concessão de empréstimos. “Os bancos têm buscado atender, mas nem todos os clientes se enquadram. Na média, a taxa de juros está mais alta”, afirmou.

Essa avaliação foi corroborada pela coordenadora de crédito da consultoria MelhorTaxa, Priscilla Basso. “Quanto às taxas, não tivemos mudanças. Mas vimos limitações na oferta dos recursos”, apontou a coordenadora da consultoria que presta serviço de comparação de taxas e condições de crédito.

O presidente da Abrainc, Luiz França, também espera dificuldades para o mercado. “A classe média tem interesse em comprar imóveis, mas encontra dificuldade em obter crédito devido aos juros elevado. Isso não só compromete o orçamento das famílias, que enfrentam obstáculos para financiar a casa própria, como também inibe o lançamento de novos projetos pelas incorporadoras, afetando todo o setor,” afirmou.

Leia mais no texto original: (https://www.jb.com.br/economia/2024/09/1052186-selic-em-alta-tende-a-encarecer-credito-imobiliario.html)
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Uso inadequado de EPIs pode aumentar em pelo menos 30% o risco de acidentes graves em locais de trabalho - Revista Cipa
SST - EPI

Brasileiros têm até 16 de dezembro para atualizar valores de imóveis

by fabio 27 de setembro de 2024
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Receita Federal publica instrução normativa e disponibiliza plataforma para que pessoas possam pagar menos imposto com residências.

Por Hamilton Ferrari – Publicado em 24/09/2024 – 9h15

A Receita Federal publicou nesta 3ª feira (24.set.2024) a instrução normativa que permite a atualização de valores de imóveis para os brasileiros pagarem menos imposto. O prazo para a alteração irá até 16 de dezembro. Eis a íntegra da nota (PDF – 199 kB) e da instrução normativa (PDF – 264 kB). O interessado poderá atualizar o valor: que é a diferença entre o custo de aquisição para o valor de mercado do imóvel. A alteração poderá ser feita na Dabim (Declaração de Opção pela Atualização de Bens Imóveis), disponível a partir desta 3ª feira no e-CAC (Centro Virtual de Atendimento), no site do Fisco.

Segundo a Receita, pessoas físicas que optarem pela atualização do valor dos imóveis declarados na DAA (Declaração de Ajuste Anual) pagarão uma alíquota definitiva de 4% de IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) sobre a diferença (entre o valor de aquisição e o valor de mercado). As alíquotas, sem redução, variam de 15% a 22,5%.

Já para as pessoas jurídicas, a atualização dos imóveis constantes no ativo não circulante de seus balanços será tributada com 6% de IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e 4% de CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre a diferença. As alíquotas, sem redução, somam 34%.

“Caso o imóvel atualizado seja alienado antes de decorridos 15 anos, o cálculo do ganho de capital será ajustado proporcionalmente ao tempo decorrido desde a atualização. O percentual começa em 0% para alienações ocorridas até 36 meses e aumenta gradualmente até 100% após 180 meses”, disse a Receita.

MEDIDA APROVADA NO CONGRESSO

A lei de desoneração da folha salarial permitiu que pessoas paguem menos imposto com o imóvel próprio, mas as vantagens precisam ser avaliadas caso a caso. Há dispositivos que tornaram a medida pouco atrativa, principalmente para aqueles que querem vender a casa ou o apartamento nos próximos 3 anos. Esse grupo não terá nenhuma vantagem tributária

O imposto menor só vale para os bens imobiliários já informados à Receita Federal nos anos anteriores. Pela nova regra, toda a diferença entre o valor de aquisição e o valor de mercado atual será tributado em 4% pelo IRPF (Imposto de Renda da Pessoa), mas só se o proprietário esperar 15 anos para vender a residência

Antes da aprovação do Congresso, a cobrança era de 15% a 22,5%. A alíquota de 15% vale para ganhos de até R$ 5 milhões e é cobrada só quando houver a venda do imóvel. Pela nova lei, o proprietário que antecipar o pagamento do IRPF terá uma cobrança menor mesmo sem vender o imóvel

Para isso, o dono da casa, apartamento ou terreno deverá ter informado os valores de aquisição na DAA (Declaração de Ajuste Anual) nos anos anteriores

O Imposto de Renda da Pessoa Física é cobrado sobre o ganho de capital das pessoas. Por isso que, quando há uma venda de imóvel, o Fisco fica com uma parte da valorização, se houver.

A pessoa física que é proprietária do imóvel declara anualmente na parte de “Bens e Direitos” da declaração do IR. Porém, o valor de avaliação da casa ou apartamento fica inalterado a cada ano, só havendo correção em caso de venda.

A queda de imposto permite que haja uma economia com o pagamento de tributos. Mas o cálculo não é tão simples.

A lei estabeleceu uma fórmula para dar mais benefício tributário à pessoa que permanece com o imóvel por mais tempo. A incidência do tributo de 4% só se dará por completo se o proprietário vender a casa ou o apartamento depois de 15 anos da atualização. E, mesmo assim, será tributado de 15% a 22,5% na valorização patrimonial obtida neste período.

Por exemplo: uma pessoa comprou um apartamento de R$ 500 mil e o valor de mercado atual é de R$ 1 milhão. Se a pessoa atualizar o valor, pagará agora R$ 20.000 pela alíquota de 4% do IRPF sobre o ganho de capital de R$ 500 mil. Se em 2039 (daqui a 15 anos) o proprietário vender o imóvel, terá que pagar a alíquota mais alta sobre o novo ganho tributário. Supondo que o mesmo imóvel aumentou de R$ 1 milhão para R$ 1,5 milhão no período de 15 anos, será pago R$ 75.000 lá na frente.

Caso a pessoa não opte pela atualização, o ganho de capital de R$ 500 mil para R$ 1,5 milhão seria tributado integralmente por 15%. O valor pago seria de R$ 150 mil.

Leia mais no texto original: (https://www.poder360.com.br/poder-economia/brasileiros-tem-ate-16-de-dezembro-para-atualizar-valores-de-imoveis/)
© 2024 Todos os direitos são reservados ao Poder360, conforme a Lei nº 9.610/98.

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