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Saúde dos colaboradores 5 dicas para construir políticas de bem-estar no ambiente de trabalho - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Saúde dos colaboradores: 5 dicas para construir políticas de bem-estar no ambiente de trabalho

by 2 de julho de 2024
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Já foi o tempo em que o setor de Comunicação Interna era visto apenas como o departamento que entrega a informação para as demais áreas. Hoje, a CI é parte da estratégia do negócio, já que, além de permitir a integração das pessoas e estimular a participação ativa dos colaboradores, consegue atuar como um termômetro do clima organizacional.

Segundo Hugo Godinho é CEO da Dialog, HR Tech líder em Comunicação Interna e engajamento no Brasil, no geral, é comum observar que as empresas se preocupam apenas em conscientizar o público interno a respeito de datas importantes para o calendário nacional. “Campanhas como Janeiro Branco, Outubro Rosa ou Novembro Azul fazem parte das organizações, mas será que são suficientes quando refletimos sobre a saúde do colaborador? É claro que essas ações são importantíssimas, mas elas têm uma validade muito curta e agregam pouco às políticas de bem-estar”, avalia.

 

Atenção com a saúde dos colaboradores

 

Para mitigar isso, Godinho orienta que as empresas devem monitorar o bem-estar dos colaboradores a partir da Comunicação Interna e de iniciativas desenvolvidas pelo setor de RH. “Com informações e indicadores qualificados, a organização consegue ter acesso a um diagnóstico preciso da realidade da empresa. Uma eficiente análise de dados é o que garante uma visão ampliada do comportamento das pessoas, permitindo que os gestores identifiquem pontos de melhoria e mantenham a equipe engajada e saudável”, explica.

O especialista lista, a seguir, algumas dicas que considera fundamentais para priorizar o bem-estar dos colaboradores e promover saúde no ambiente de trabalho.

 

  1. Leve a informação até as pessoas: As empresas precisam adotar um comportamento mais proativo, construindo e acompanhando a jornada dos profissionais dentro da organização. Isso significa abordar, inclusive, temas relacionados à saúde, facilitando a identificação de sintomas e compartilhando formas de tratamento ou prevenção.

 

  1. Envolva líderes e gestores no fluxo da Comunicação Interna: Eles devem ser importantes aliados nesse processo, tanto entregando informações quanto estimulando o engajamento dos times. Inclusive, uma pesquisa recente da Gallup mostra que colaboradores engajados são menos propensos a reportar o sentimento de estresse no trabalho. Portanto, investir nessa área tem sido uma prioridade para as empresas que se preocupam com a saúde das pessoas.

 

  1. Fortaleça a cultura diariamente: Promover uma cultura de apoio e criar um ambiente de trabalho onde os funcionários se sintam seguros para falar sobre questões de saúde, sem estigma ou discriminação, é de extrema importância. Nesse sentido, cabe às áreas de Comunicação Interna e Recursos Humanos promover discussões sobre o tema e conscientizar os gestores a respeito do acolhimento necessário.

 

  1. Monitore a atmosfera do ambiente de trabalho: Tanto a Comunicação Interna quanto as lideranças precisam conseguir identificar sinais de estresse, sobrecarga ou depressão nas equipes. O clima organizacional é um importante reflexo da saúde dos profissionais. Quando não há engajamento, provavelmente há insatisfação ou desmotivação. Identificar esse problema é o primeiro passo para tratá-lo.

 

  1. Acompanhe o comportamento das pessoas: Lembre-se que as estratégias mais efetivas são aquelas construídas a partir de uma análise minuciosa de números e indicadores. Isso significa avaliar, também, o comportamento das pessoas. Os colaboradores estão felizes, engajados e produtivos? Essa resposta diz muito sobre a saúde organizacional.

 

Plataforma de Comunicação Interna

 

“Quando a comunicação é praticada em uma via de mão dupla e o desenvolvimento dos colaboradores é apoiado pela empresa, é possível saber exatamente o que o público interno precisa – mesmo sem perguntar diretamente. Afinal, ao obter dados por meio de diferentes fontes, conseguimos aprofundar insights sobre as experiências do colaborador no ambiente de trabalho. A escuta contínua oferece à liderança de RH ferramentas de análise de sentimento robustas, que permitem que a organização ouça o que os colaboradores estão dizendo em vários canais diferentes”, ressalta Godinho.

Ou seja, para ele, falar sobre a saúde do colaborador é falar sobre a participação ativa e atenta da empresa na construção e na implementação de políticas de bem-estar. “Quando a organização possui uma plataforma de Comunicação Interna que permite uma análise qualificada de indicadores e comportamentos, fica mais fácil conhecer gatilhos, prevenir situações de estresse e tratar o desengajamento das pessoas – que pode ser reflexo de questões pessoais ou profissionais”, frisa o especialista.

Foto: Reprodução

2 de julho de 2024 0 comments
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Maranhão ultrapassa marca de mil Atestados de Saúde Ocupacional (ASO) emitidos aos servidores do estado - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Maranhão ultrapassa marca de mil Atestados de Saúde Ocupacional (ASO) emitidos aos servidores do estado

by 19 de junho de 2024
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O governo do Maranhão divulgou recentemente que ultrapassou a marca de mil emissões de Atestados de Saúde Ocupacional (ASO) desde o início do ano aos servidores estaduais. O documento comprova as condições de saúde dos trabalhadores em seu ambiente laboral, avaliando, conforme o cargo, se está apta a desenvolver as suas atividades de forma segura.

No estado, a emissão do ASO é realizada por médicos do trabalho do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (Sesmt Comum), cujas atividades estão presentes em dez secretarias e órgãos estaduais. Expandiu também a sua atuação à Secretaria de Estado da Cultura (Secma) e a Secretaria de Estado de Indústria e Comércio (Seinc).

 

Importância do ASO

 

O ASO é uma exigência para todos os profissionais que atuam dentro da CLT. Segundo informações da BeeCorp, ASO ou Atestado de Saúde Ocupacional é um documento feito a partir de uma avaliação médica do funcionário. Nele, verifica-se o estado de saúde do trabalhador, constatando se existe ou não aptidão para o colaborador cumprir com as suas atividades na empresa.

Ele é um dos registros que compõem o PCMSO (Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional) que, por sua vez, auxilia no controle dos riscos ocupacionais.

Dessa maneira, impede-se que o trabalhador seja exposto desnecessariamente aos riscos da função.

Além disso, o atestado de saúde ocupacional evidencia todos os riscos que o empregado tem no ambiente de trabalho, sendo parte integrante do PCMSO, o qual monitora a saúde do trabalhador e executa medidas preventivas para evitar o adoecimento ocupacional.

No Maranhão, de acordo com Gustavo Vinhas, assessor técnico da empresa responsável pelo levantamento e emissão de documentos com os servidores estaduais, durante os exames, muitos trabalhadores descobriram, por exemplo, uma hipertensão, e foram orientados para o devido tratamento. “Assim, nós evitamos o adoecimento e o prolongamento dessas doenças. Também estamos mapeando e documentando todas as condições de trabalho”, explica o assessor.

 

Foto: Divulgação

19 de junho de 2024 0 comments
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Oficina discute a saúde dos trabalhadores do SUS - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Oficina discute a saúde dos trabalhadores do SUS

by 6 de junho de 2024
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Uma portaria do Ministério da Saúde (MS) foi o pontapé para articulações sobre a promoção de um Programa Nacional de Atenção Integral à Saúde e Segurança do Trabalhador e da Trabalhadora do Sistema Único de Saúde (Pnaist/SUS).

A portaria 3.115 tem em seu escopo estimular a atenção integral à saúde de quem atua no SUS por meio de ações como a humanização das relações no trabalho, a gestão da segurança e a prevenção de doenças e agravos relacionados às atividades laborais nesses estabelecimentos de saúde.

 

Prioridade para o SUS

 

Recentemente, representantes dos Centros de Referência do Trabalhador (Cerests) no Nordeste se reuniram para uma oficina sobre o Pnaist/SUS, promovida pelo Ministério da Saúde em parceria com a Universidade Federal da Bahia e a Secretária de Estado de Saúde Pública do Rio Grande do Norte.

Dentre os participantes, membros do Cerest Regional Natal, RN, marcaram presença. “Na oportunidade, em abril, o Núcleo de Atenção à Segurança e Saúde do Trabalhador, da Secretaria de Estado da Saúde Pública (NESST/SESAP), apresentou aos representantes do MS um sistema informatizado para a segurança e saúde do trabalhador, criado juntamente com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)”, informa nota.

Foto: reprodução / Instagram

6 de junho de 2024 0 comments
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Saúde dos trabalhadores no Brasil após pandemia é eixo do 10º Cisttão, em junho - Revista Cipa
SST - Eventos

Saúde dos trabalhadores no Brasil após pandemia é eixo do 10º Cisttão, em junho

by 18 de abril de 2024
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Sabemos dos impactos expressivos na saúde dos trabalhadores durante a pandemia da Covid-19 e que espraiam até os dias atuais, em especial com aqueles que lidam com os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS). Eis o eixo do 10º Encontro Nacional das Comissões Intersetoriais de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Cisttão), a ser realizado entre os dias 25 a 27 de junho. O evento, que ocorrerá em Brasília (DF), é promovido pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) em conjunto com a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS).

Dados do Ministério da Saúde (MS), por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que recentemente atualizou a lista de doenças relacionados à jornada laboral após 24 anos, apontam que o SUS atendeu em torno de 3 milhões de casos de doenças ocupacionais entre 2007 e 2022. “A maior parte das notificações, 52,9%, foram relativas a acidentes de trabalho graves. Outra preocupação que tem sido cada vez mais discutida no âmbito da saúde do trabalhador, o sofrimento psíquico no ambiente de trabalho já foi pauta na Reunião Ordinária do CNS”, informa nota.

 

Em pauta no Cisstão

 

Os organizadores do Cisstão estimam receber mais de 300 representantes do país, entre Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), SVSA e entidades nacionais de defesa da população trabalhadora para participarem dos debates.

O evento integra um conjunto de etapas preparatórias para duas importantes Conferências de Saúde que serão realizadas pelo CNS em conjunto com o Ministério da Saúde em 2024 e 2025.

A primeira é a 4ª Conferência Nacional de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (CNGTES), realizada pelo CNS e a Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do MS (Sgets/MS), marcada para 10 a 13 de dezembro, em Brasília. Atualmente estão sendo feitas etapas municipais que vão culminar com a 4ª CNGTES.

Já a segunda ação é a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CNSTT), uma parceria entre SVSA e CNS, com etapa nacional agendada para julho de 2025.

Foto: SES/RJ

18 de abril de 2024 0 comments
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Núcleo de saúde do trabalhador destaca serviços especializados em prol da saúde e bem-estar - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Núcleo de saúde do trabalhador destaca serviços especializados em prol da saúde e bem-estar

by 9 de abril de 2024
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Para ampliar a disponibilidade dos serviços especializados, a cidade de Palmeira dos Índios, AL, conta agora com seu Núcleo de Referência em Saúde do Trabalhador (NUREST), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Vigilância em Saúde e do Programa Saúde do Trabalhador.

A Vigilância em Saúde do Trabalhador compreende uma atuação continua e sistemática, ao longo do tempo, no sentido de detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacio­nados aos processos e ambientes de trabalho, em seus aspec­tos tecnológico, social, organizacional e epidemiológico, com a finalidade de planejar, executar e avaliar intervenções sobre esses aspectos, de forma a eliminá-los ou controlá-los. Ou seja, é a vigilância da produção do trabalho e que valoriza os serviços especializados.

Entre seus objetivos está a identificação das atividades produtivas da po­pulação trabalhadora e das situações de risco ã saúde dos trabalhadores no território; identificação das necessidades, demandas e pro­blemas de saúde dos trabalhadores no território; realização da análise da situação de saúde dos trabalhadores; intervenção nos processos e ambientes de traba­lho; produção de tecnologias de intervenção, de ava­liação e de monitoramento das ações de VISAT; controle e avaliação da qualidade dos serviços e programas de saúde do trabalhador, nas institui­ções e empresas públicas e privadas; produção de protocolos, de normas técnicas e re­gulamentares; e participação dos trabalhadores e suas organizações;

 

Serviços especializados

 

O foco do núcleo é o fortalecimento do trabalhador do Sistema Único de Saúde (SUS) e demais profissionais de instituições públicas e privadas que vão poder contar com serviços especializados em prol da saúde e bem-estar.

“O município vem fazendo um excelente trabalho nessa área, o que mais aciona o Centro de Referência Técnica à Saúde do Trabalhador (Cerest). É essa parceria que queremos ver. Colocamos o Ministério Público do Trabalho à disposição de todos”, ressalta o procurador do Ministério Público do Trabalho de Alagoas Rodrigo Raphael Rodrigues de Alencar, que esteve presente na inauguração do espaço, juntamente com autoridades, em fevereiro.

Foto: prefeitura de Palmeira dos Índios, AL

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Mato Grosso estuda implantar atendimento de saúde ao trabalhador no período noturno - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Mato Grosso estuda implantar atendimento de saúde ao trabalhador no período noturno

by 4 de abril de 2024
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Para atender os trabalhadores que não têm condições para irem as unidades básicas de saúde em horário comercial, a Câmara Municipal de Sorriso, MT, estuda implantar um projeto em que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) tenham um horário especial, que considera o período noturno, para tal demanda.

De autoria do vereador Celso Kozak (PSDB), o projeto Saúde do Trabalhador no período noturno tem como sugestão o atendimento, preferencialmente, entre 18h e 22h. “Muitas pessoas que trabalham o dia inteiro encontram dificuldade em ir às unidades, por isso precisam ser atendidos nesse período”, informa o parlamentar.

Segundo informações da Casa, a proposta foi encaminhada às secretarias municipais de Saúde e Saneamento e de Administração do município.

 

Período noturno

 

Integrante das ações da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (Cies) da Secretaria de Saúde e Saneamento, o Programa Saúde do Trabalhador leva atividades de informação, atualização vacinal, glicemia e saúde bucal às empresas no município.

Sílvia Ghering, coordenadora do departamento de Educação em Saúde, pontua que todas as ações, mesmo no período noturno, visam prevenção e promoção da saúde laboral. “Nosso objetivo é atender a quem, devido ao trabalho, acaba não tendo tempo de procurar uma unidade de saúde. A meta é ressaltar a importância de fazer exames de rotina e ofertar uma forma para que possam realizá-los no próprio espaço do trabalho”, frisa.

 Foto: reprodução – Câmara de Sorriso, MT

4 de abril de 2024 0 comments
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Alagoas orienta sobre a importância do autocuidado para o trabalhador ambulante - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Alagoas orienta sobre a importância do autocuidado para o trabalhador ambulante

by 28 de março de 2024
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Quem atua como ambulantes pela orla alagoana recebeu orientações sobre autocuidado e prevenção de acidentes. O Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) regional Maceió realizou uma ação educativa, com a distribuição de material informativo e conversas sobre hidratação adequada, proteção solar, prevenção de acidentes como cortes, perfurações, choques elétricos e queimaduras, além de cuidados com a saúde física e mental.

“Também aplicamos questionários para melhor compreensão das condições de saúde e segurança dos ambulantes, possibilitando identificar necessidades específicas e direcionar adequadamente os cuidados”, acrescenta Renata Amorim, assistente social do Centro.

Na ocasião, em fevereiro, os trabalhadores que quiosques, carrinhos e a pé também puderam ser encaminhados para atendimento na sede do Cerest Maceió. O equipamento oferta suporte especializado por meio da equipe multidisciplinar, composta por profissionais capacitados para lidar com diversas questões relacionadas à saúde laboral.

 

Orientações para o autocuidado

 

A abrangência do autocuidado vai além da saúde física e alimentação, envolve ações para melhoria do sono, ergonomia, saúde mental e emociona. Veja exemplos:

  • Consumir refeições nutritivas e equilibradas, com foco em frutas, legumes e verduras.
  • Evitar alimentos processados, industrializados e ricos em açúcar e gordura.
  • Manter-se hidratado bebendo água regularmente.
  • Praticar exercícios físicos regularmente, de acordo com suas capacidades e preferências.
  • Priorizar atividades que tragam prazer e bem-estar, como caminhadas, dança ou natação.
  • Dormir de 7 a 8 horas por noite, em horários regulares.
  • Criar um ambiente propício para o sono, com escuro, silêncio e temperatura agradável.
  • Adotar uma postura correta no trabalho, ajustando a altura da cadeira, do computador e outros instrumentos.
  • Fazer pausas regulares para evitar o sedentarismo e a fadiga muscular.
  • Identificar os fatores que geram estresse no trabalho e buscar formas de controlá-los.
  • Praticar técnicas de relaxamento, como meditação, yoga ou respiração profunda.
  • Manter relações sociais saudáveis com amigos, familiares e colegas de trabalho.
  • Buscar ajuda profissional em caso de necessidade, como psicólogos ou psiquiatras.
  1. Os principais benefícios do autocuidado para trabalhadores são:
  • Aumento da produtividade e do desempenho no trabalho:
  • Trabalhadores que se cuidam física e mentalmente têm mais energia, foco e disposição.
  • Isso se traduz em maior produtividade e melhores resultados no trabalho.
  • O autocuidado ajuda a prevenir doenças e acidentes de trabalho, diminuindo o absenteísmo.
  • Isso gera economia para as empresas e para os próprios trabalhadores.
  • O autocuidado contribui para o bem-estar físico, mental e social dos trabalhadores.
  • Isso leva a uma vida mais saudável, feliz e satisfatória.

Dessa forma, o autocuidado é fundamental para a saúde e o bem-estar de todos os trabalhadores, inclusive os ambulantes. Ao cuidar de si mesmo, o trabalhador melhora sua qualidade de vida, aumenta sua produtividade e contribui para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e seguro.

Foto: Renata Amorim

28 de março de 2024 0 comments
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Cultura organizacional deve salvaguardar a saúde física e mental dos colaboradores - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Cultura organizacional deve salvaguardar a saúde física e mental dos colaboradores

by 13 de março de 2024
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A atualização da lista de doenças relacionadas ao trabalho levantou a questão sobre a responsabilidade das empresas em salvaguardar a saúde física e mental de seus colaboradores. Para Lucas Landi, advogado especialista em direito do trabalho, ao Correio Braziliense, a atualização desse rol, após 24 anos, não só demonstra os desafios a serem enfrentados, mas torna-se uma medida para prevenir futuras doenças ocupacionais.

“Os empregadores terão que considerar algumas medidas adicionais ou até adotar novas práticas para garantir a manutenção de um ambiente tanto físico quanto mentalmente saudável”, pontua o advogado.

 

Cultura organizacional

 

Revisitar ou mesmo implementar novas políticas internas de Saúde e Segurança do Trabalho (SST), estabelecendo novos protocolos de prevenção, identificação e relatos precisam ser levados em conta. “O que se impõe é a mudança de hábitos e cultura organizacional empresarial, a fim de atingir o equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional, salientando que um meio ambiente de trabalho saudável significa benefícios a todos”, arremata.

Os cargos de chefia dentro das organizações também precisam estar em sintonia com a SST a fim de não apenas reter talentos, mas também assegurar um ambiente saudável. Na opinião de Angela Kambouris, coach de liderança, em matéria do site PEGN, os líderes devem aprimorar oito itens que melhoram consideravelmente o desempenho e relacionamento com seus colaboradores, sendo, entre eles: comunicação clara, fortalecimento das equipes, senso de responsabilidade, mentoria e conversas individuais e entre as próprias lideranças.

Ela sugere até um espaço para diálogos mais amenos, como esportes e assuntos da internet. “Uma equipe bem entrosada faz toda a diferença, e isso pode ser alcançado de formas simples. Uma delas é separando alguns minutos no início de uma reunião para encontrar interesses comuns, refletir sobre os sucessos alcançados, compartilhar histórias pessoais”, salienta.

 

Cultura da Segurança

 

Para o técnico de segurança do trabalho, Nestor W. Neto , a cultura organizacional também se relaciona com a cultura da segurança, pois quando a empresa tem uma cultura de segurança madura, empregadores e empregados moldam seus valores coletivos, crenças, atitudes, de modo agir conforme as regras e boas práticas de segurança que a empresa adotou.

 

Ele, que é professional Coach, palestrante, criador e editor do blog/site Segurança do Trabalho nwn, professor e escritor, ressalta a importância do triângulo da cultura de segurança que sintetiza o que é importante para uma verdadeira maturidade na cultura de segurança e contempla a pessoa, o ambiente e o comportamento:

– Pessoa: conhecimentos, habilidades, capacidades, inteligência, motivos, personalidade.

– Ambiente: equipamentos, ferramentas, máquinas quente/frio, engenharia, normas regulamentadoras, certificações, padrões.

– Comportamento: cumprir, coaching, reconhecimento, demonstração, comunicação,  cuidado ativo.

A empresa tem maturidade na cultura de segurança quando as pessoas encontram motivos para trabalhar de forma segura habitualmente, quanto o ambiente possui riscos minimizados e quando os comportamentos de todos na organização são na maior parte do tempo seguros. E isso também está ligado à cultura organizacional.

 

Foto: Pexels

 

13 de março de 2024 0 comments
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Estudo aponta que mais flexibilidade nos ambientes de trabalho reduz doenças cardiovasculares - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Estudo aponta que mais flexibilidade nos ambientes de trabalho reduz doenças cardiovasculares

by 28 de fevereiro de 2024
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Uma pesquisa realizada pela prestigiada Universidade de Harvard comprovou o que os trabalhadores ensejam ou mesmo já convivem: flexibilizar o local de trabalho pode reduzir o risco de doenças cardiovasculares. A opção por ambientes de trabalho com mais flexibilidade já é uma forte tendência e também atende a nova conjectura da sociedade pós-pandemia.

O estudo, liderado pela Harvard, em parceria com a Escola Chan de Saúde Pública e a Penn State University, acompanhou 1.528 funcionários que passaram por exames de pressão arterial sistólica, índice de massa corporal, hemoglobina glicada, tabagismo, colesterol HDL e colesterol total registrados antes das análises e novamente um ano após o início do estudo. “Essas informações foram usadas para calcular uma pontuação de risco cardiometabólico para cada funcionário, com pontuações mais elevadas indicando maior risco estimado de doença cardiovascular”, informa notícia da Harvard Gazzete.

 

Mais flexibilidade e saúde

 

As conclusões mostraram que os que puderam trabalhar seja em casa, seja no escritório ou mesmo em outros locais, buscando flexibilidade e alternativas para reduzir conflitos dentro do ambiente laboral e proporcionando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, garantiram menos risco de problemas cardíacos.

Já nos pacientes mais velhos, o resultado foi ainda mais surpreendente: a redução de doenças cardiovasculares chegou aos níveis de cinco a dez anos a menos de idade, ou seja, um coração de uma pessoa acima dos 50 anos conseguiu uma saúde equivalente a uma de 40 anos. “A intervenção foi concebida para mudar a cultura do local de trabalho ao longo do tempo, com a intenção de reduzir o conflito entre o trabalho e a vida pessoal dos funcionários e melhorar a saúde”, frisa Orfeu Buxton, professor de saúde biocomportamental da Penn State, e um dos autores do estudo.

Foto: Reprodução/Abrasce

28 de fevereiro de 2024 0 comments
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A importância da prevenção de problemas nas pernas no ambiente de trabalho - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

A importância da prevenção de problemas nas pernas no ambiente de trabalho

by 7 de fevereiro de 2024
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A prevenção de problemas nas pernas no ambiente de trabalho é importante para resguardar a saúde e o bem-estar dos profissionais, sobretudo para aqueles que enfrentam longas jornadas em atividades que demandam permanência constante. Nesse contexto, a ergonomia emerge como um pilar essencial na estratégia de prevenção dessas questões.

A adequação ergonômica dos móveis e equipamentos laborais é crucial para minimizar o impacto negativo sobre as pernas, reduzindo a incidência de desconfortos, dores musculares e problemas circulatórios. Assegurar que cadeiras, mesas e demais elementos estejam ajustados corretamente à altura e às necessidades individuais não apenas favorece uma postura apropriada, mas também atua como um mecanismo preventivo contra a fadiga.

 

Saúde das pernas

 

Outra possibilidade para minimizar o impacto da inércia são as pausas regulares para alongamentos específicos para as pernas, o que pode aliviar a tensão acumulada durante o dia de trabalho. Afinal, em um mundo onde a rotina profissional exige horas prolongadas em frente ao computador, o desconforto e os riscos à saúde associados ao sedentarismo tornam-se desafios constantes.

Nesse cenário, as meias de compressão também emergem como aliadas indispensáveis para quem busca equilíbrio entre bem-estar e produtividade. Além do óbvio conforto proporcionado, elas podem atuar ativamente na melhoria da circulação sanguínea nas pernas.

O design inteligente e a tecnologia avançada ajudam a prevenir a formação de coágulos e reduzem significativamente o inchaço, promovendo uma sensação de leveza ao longo do dia. Ao contrário do que muitos possam pensar, utilizar meias de compressão, como as meias Kendall, não é apenas uma questão estética, mas, sim, uma escolha de saúde consciente.

Profissionais que adotam essa prática podem experimentar não apenas alívio imediato, mas também benefícios a longo prazo para a saúde vascular. Entre as opções disponíveis no mercado, muitas se destacam pela qualidade e pela eficácia comprovada. Afinal, elas proporcionam o suporte necessário de maneira elegante e discreta.

 

Integração preventiva

 

Com ajuste preciso e pressão adequada, são eficazes na prevenção de problemas circulatórios, promovendo a saúde vascular a longo prazo. Valorizar a postura e movimentação no expediente não só previne problemas musculares e ósseos, mas também eleva a qualidade de vida de forma geral.

A integração de práticas preventivas, aliada à utilização de meias de compressão, forma um conjunto poderoso na busca por um equilíbrio entre a saúde vascular e a produtividade profissional. Em última análise, investir na prevenção não apenas resguarda a saúde individual, mas também fortalece o alicerce de ambientes corporativos mais saudáveis, produtivos e sustentáveis a longo prazo.

 

Fonte: Diário Regional

Foto: Reprodução

7 de fevereiro de 2024 0 comments
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