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Estudo aponta três benefícios e três malefícios do home office e suas consequências - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Estudo aponta três benefícios e três malefícios do home office e suas consequências

by 10 de abril de 2024
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Com a popularização do home office, em especial com todo o cenário vivido na pandemia de Covid-19, também cresceu as dúvidas sobre a permanência nesse modelo de trabalho e suas consequências, tanto em termos de benefícios quanto de malefícios, na saúde dos trabalhadores.

Uma revisão de mais de 1,900 mil estudos, conduzida por pesquisadores da Agência de Segurança de Saúde do Reino Unido (UKHSA) e do instituto britânico King’sCollege London mensurou esse impacto e contatou três benefícios e três problemas em quem permaneceu nessa modalidade.

 

Benefícios e malefícios do home office

 

Das benesses: 1) busca pela alimentação mais saudável, 2) menor carga de estresse e 3) pressão arterial mais baixa.

Dos malefícios: 1) a propensão maior a beber mais álcool, 2) fumar mais e 3) ganhar mais peso.

“No geral, as pessoas se sentiram mais produtivas em casa. Foi particularmente bom para coisas criativas, mas muito mais difícil para lidar com assuntos tediosos. Muitas pessoas se preocupam com as perspectivas de carreira, essa sensação de que, se não estiver presente no escritório, seria esquecido”, explica Neil Greenberg, psiquiatra do King’sCollege London e um dos autores do levantamento.

Vale lembrar que pela CLT, o trabalho remoto e teletrabalho são reconhecidos como prestação de serviços externos, exigindo formalização contratual. Já o termo “home office” não está presente na lei, porém é considerado trabalho feito em casa, sendo ou não teletrabalho. Estima-se que, em 2022, mais de 7 milhões de pessoas estavam nesse regime, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foto: GettyImages

10 de abril de 2024 0 comments
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Núcleo de saúde do trabalhador destaca serviços especializados em prol da saúde e bem-estar - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Núcleo de saúde do trabalhador destaca serviços especializados em prol da saúde e bem-estar

by 9 de abril de 2024
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Para ampliar a disponibilidade dos serviços especializados, a cidade de Palmeira dos Índios, AL, conta agora com seu Núcleo de Referência em Saúde do Trabalhador (NUREST), da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Vigilância em Saúde e do Programa Saúde do Trabalhador.

A Vigilância em Saúde do Trabalhador compreende uma atuação continua e sistemática, ao longo do tempo, no sentido de detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacio­nados aos processos e ambientes de trabalho, em seus aspec­tos tecnológico, social, organizacional e epidemiológico, com a finalidade de planejar, executar e avaliar intervenções sobre esses aspectos, de forma a eliminá-los ou controlá-los. Ou seja, é a vigilância da produção do trabalho e que valoriza os serviços especializados.

Entre seus objetivos está a identificação das atividades produtivas da po­pulação trabalhadora e das situações de risco ã saúde dos trabalhadores no território; identificação das necessidades, demandas e pro­blemas de saúde dos trabalhadores no território; realização da análise da situação de saúde dos trabalhadores; intervenção nos processos e ambientes de traba­lho; produção de tecnologias de intervenção, de ava­liação e de monitoramento das ações de VISAT; controle e avaliação da qualidade dos serviços e programas de saúde do trabalhador, nas institui­ções e empresas públicas e privadas; produção de protocolos, de normas técnicas e re­gulamentares; e participação dos trabalhadores e suas organizações;

 

Serviços especializados

 

O foco do núcleo é o fortalecimento do trabalhador do Sistema Único de Saúde (SUS) e demais profissionais de instituições públicas e privadas que vão poder contar com serviços especializados em prol da saúde e bem-estar.

“O município vem fazendo um excelente trabalho nessa área, o que mais aciona o Centro de Referência Técnica à Saúde do Trabalhador (Cerest). É essa parceria que queremos ver. Colocamos o Ministério Público do Trabalho à disposição de todos”, ressalta o procurador do Ministério Público do Trabalho de Alagoas Rodrigo Raphael Rodrigues de Alencar, que esteve presente na inauguração do espaço, juntamente com autoridades, em fevereiro.

Foto: prefeitura de Palmeira dos Índios, AL

9 de abril de 2024 0 comments
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Mato Grosso estuda implantar atendimento de saúde ao trabalhador no período noturno - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Mato Grosso estuda implantar atendimento de saúde ao trabalhador no período noturno

by 4 de abril de 2024
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Para atender os trabalhadores que não têm condições para irem as unidades básicas de saúde em horário comercial, a Câmara Municipal de Sorriso, MT, estuda implantar um projeto em que as Unidades Básicas de Saúde (UBS) tenham um horário especial, que considera o período noturno, para tal demanda.

De autoria do vereador Celso Kozak (PSDB), o projeto Saúde do Trabalhador no período noturno tem como sugestão o atendimento, preferencialmente, entre 18h e 22h. “Muitas pessoas que trabalham o dia inteiro encontram dificuldade em ir às unidades, por isso precisam ser atendidos nesse período”, informa o parlamentar.

Segundo informações da Casa, a proposta foi encaminhada às secretarias municipais de Saúde e Saneamento e de Administração do município.

 

Período noturno

 

Integrante das ações da Comissão de Integração de Ensino e Serviço (Cies) da Secretaria de Saúde e Saneamento, o Programa Saúde do Trabalhador leva atividades de informação, atualização vacinal, glicemia e saúde bucal às empresas no município.

Sílvia Ghering, coordenadora do departamento de Educação em Saúde, pontua que todas as ações, mesmo no período noturno, visam prevenção e promoção da saúde laboral. “Nosso objetivo é atender a quem, devido ao trabalho, acaba não tendo tempo de procurar uma unidade de saúde. A meta é ressaltar a importância de fazer exames de rotina e ofertar uma forma para que possam realizá-los no próprio espaço do trabalho”, frisa.

 Foto: reprodução – Câmara de Sorriso, MT

4 de abril de 2024 0 comments
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Aumento de afastamentos de trabalhadores por problemas com coluna alerta para importância do investimento em Ergonomia nos ambientes laborais - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Aumento de afastamentos de trabalhadores por problemas com coluna alerta para importância do investimento em Ergonomia nos ambientes laborais

by 26 de fevereiro de 2024
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Como anda a sua coluna? Certamente, ao ler esta pergunta logo tratou de corrigi-la ou mesmo sentiu uma pontada. Pois esse problema liderou a lista de afastamentos no trabalho, que chegou a 2,5 milhões de brasileiros em 2023, segundo estudo do Ministério da Previdência Social.

A hérnia de disco lombar foi a principal causa dos afastamentos, seguida pela lombalgia e hérnias de disco, na cervical e coluna torácica, aparecem em quinto lugar no ranking. “Embora fatores genéticos desempenhem um papel relevante, as condições também estão fortemente ligadas a práticas laborais inadequadas, falta de ergonomia e exposição a cargas excessivas”, alerta Antônio Krieger, médico ortopedista especialista em cirurgia da coluna, ao Estado de Minas.

 

Causas de afastamentos

 

O especialista acrescenta que com o pós-pandemia, houve uma mudança intensa de hábitos, com situações de trabalhos muitas vezes parados, o que contribuiu também para o aumento das dores lombares. “Isso pode ser atribuído ao aumento do tempo gasto sentado, pela falta de ergonomia associada ao home office, ao estilo de vida sedentário e às posturas inadequadas no uso de smartphones e notebooks”, explica.

Manter uma boa postura, usar compressas frias e quentes para alívio de dores, prática de exercícios de fortalecimento e alongamento, além de cuidar da saúde e evitar atividades que possam causar lesões são as recomendações dos especialistas.  A quem passa muitas horas sentado, por exemplo, o primeiro passo para melhorar a postura é manter a coluna ereta e apoiada no encosto da cadeira, destaca o ortopedista Bruno Fabrizio, ao Metrópoles. “Se você passa longas horas sentado em frente ao computador, certifique-se de ter uma estação de trabalho ergonômica. Ajuste a altura da cadeira e da mesa para que você possa manter os pés apoiados no chão e os olhos no mesmo nível do monitor. Use um suporte lombar para manter a curvatura natural da coluna”, recomenda.

Vale ressaltar que a Norma Regulamentadora 17 abarca todos os requisitos mandatórios de adaptação ergonômica das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Ou seja, é preponderante que as companhias estejam a par desse requisito a quem atua, seja no local, seja remotamente, para o bem-estar dos colaboradores.

 

Ergonomia

 

 

Usar a ergonomia a favor é um fator preponderante a quem está trabalhando e as empresas devem colocar em prática a ginástica laboral, inclusão de equipamentos que contribuem para a mitigação de tais problemas e possíveis afastamentos, bem como o estímulo às atividades físicas, diminuição de estresse, promovendo uma rotina saudável e de relaxamento mental, além de buscar orientação sobre posturas adequadas no trabalho.

Organizações que, além de cumprir os requisitos legais, realizam mais ações para garantir a saúde dos colaboradores só têm a ganhar.“Trabalhadores mais saudáveis produzem mais, têm menos riscos de acidentes de trabalho e ainda se sentem mais valorizados por saberem que a empresa tem essa preocupação e cuidado”, reforça Deisi Paloschi Rose, analista de Segurança e Saúde do Sesi Paraná.

Vencedora da edição 2022 do Troféu Sesi de Melhores Práticas em Segurança, Saúde e Bem-estar, na categoria Grandes Indústrias, a fabricante de eletrodomésticos Electrolux investe fortemente em iniciativas em prol da saúde dos trabalhadores como acesso a academias, jornada híbrida e flexível, ginástica laboral, programa de acompanhamento osteomuscular e de fisioterapia, gestão em ergonomia, campanhas de vacinação, e conta ainda com apoio do Sesi para o aprimoramento dessas vivências.

No quesito Saúde e Segurança do Trabalho, a companhia desenvolve treinamentos e capacitações, o que engloba o uso da realidade virtual a todos os trabalhadores próprios e terceiros, o Programa de Antecipação dos Riscos (Riskex) e de correção de quase acidentes, condições e comportamento dos trabalhadores, além das práticas ESG (ambiental, social e de governança).

“Essas medidas têm impactos positivos na produtividade, pois reduzem custos operacionais, melhoram a eficiência dos processos, fortalecem a reputação da empresa e aumentam o engajamento e satisfação dos colaboradores”, conclui Verissimo Lopes, gerente de Meio Ambiente, Saúde, Segurança e Sustentabilidade em Operações no Electrolux Group.

 

Foto: Freepik

26 de fevereiro de 2024 0 comments
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Panorama brasileiro mostra que saúde do trabalhador deve ser prioridade nas organizações - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Panorama brasileiro mostra que saúde do trabalhador deve ser prioridade nas organizações

by 11 de janeiro de 2024
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As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPAs), os Centros de Referência ao Trabalhador (Cerests) e outros programas realizados pela Saúde Pública ou dentro das empresas são de extrema valia para preservar o bem-estar e a vida dos colaboradores. E isso vai além de um dispositivo obrigatório, já que segundo a CLT em seu artigo 162, determina que as organizações devem o de manter serviços especializados em medicina do trabalho e do artigo III ao XV, são dispostas as normas referentes à Segurança e Saúde do Trabalho.

Dados obtidos pelo site Empregos.com.br mostram um aumento de quase 50% no interesse das empresas em implantar ações de bem-estar aos colaboradores, já que um quarto das organizações afastou funcionários por adoecimento mental nos últimos 12 meses. A Síndrome de Burnout, classificada como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2022 e inclusa na lista de doenças ocupacionais no Brasil em 2023, é responsável pelo afastamento de 30% dos empregados.

 

Inspiração para as organizações

 

Para Mariano Alberichi, engenheiro de Segurança do Trabalho do Sesi Paraná, a SST é essencial para não só evitar acidentes e promover ações de saúde mental, mas também um assunto que deve ser discutido e inspirado nas organizações. “É importante tratar esse assunto sobre dois pontos de vista: o econômico, que encobre os custos referente aos treinamentos, atendimento à legislação, equipamentos adequados e melhor qualidade de itens como os equipamentos de proteção, evitando os passivos trabalhistas; e o lado humano, diretamente ligado à promoção da saúde no ambiente de trabalho e a consciência desse trabalhador em relação a sua importância dentro da empresa”, frisa.

Muito embora haja bons exemplos da aplicabilidade da SST nas corporações, ainda há um longo caminho a ser percorrido: pelo menos um brasileiro morre no país a cada 3h47 em decorrência de um acidente laboral, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho. Quais seriam, portanto, as soluções? Para José de Lima Ramos Pereira, procurador-geral do trabalho, ao jornal Extra, o tema precisa estar em pauta em todas as esferas: “Na maioria das vezes, um acidente ocorre por descaso de quem tem o dever de oferecer equipamento melhor, orientação e um ambiente seguro, e não o fazem. Deve ser preocupação constante para nós, em razão das perdas de vidas e de capacidade laborativa em todo o mundo”, argumenta.

 

Mudanças necessárias

 

Já para Diego de Oliveira Souza, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e membro do Grupo de Trabalho em Saúde do Trabalhador da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), se faz necessária uma mudança também nos mecanismos de notificação de acidentes de trabalho. “Submetidos ao controle social devem ser concretizados, pois as Comunicações de Acidente de Trabalho já se mostraram suscetíveis as manipulações de empresas, assim como as notificações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação têm se revelado incipientes, refletindo a invisibilidade da STT nos demais setores internos e externos ao Sistema Único de Saúde”, frisa, em artigo ao site Outras Palavras.

E conclui: “As CIPAs, conselhos de saúde, sindicatos, cooperativas de trabalhadores, entre outros, devem exercer um papel mais eminente no processo de notificação, até como reflexo de seu protagonismo na vigilância em saúde do trabalhador em geral”.

Foto: reprodução

11 de janeiro de 2024 0 comments
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SST - Saúde Ocupacional

Janeiro Branco alerta para a relação da saúde mental com os acidentes de trabalho

by 1 de janeiro de 2024
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Estamos em mais um Janeiro Branco, mês alerta sobre a importância da conscientização sobre a saúde mental, e o tema está ganhando ainda mais notoriedade no campo corporativo: o Ministério da Saúde atualizou em novembro a lista de doenças relacionadas ao trabalho, rural, urbano, formal e informal, incluindo a Covid-19 e a Síndrome de Burnout.

O documento não era atualizado há 24 anos e também agregou outras 165 patologias, como distúrbios musculares, esqueléticos e alguns tipos de câncer. Com a nova portaria, já aceita ministérios do Trabalho e Emprego e da Previdência Social, o número de diagnósticos possíveis saltou de 182 para 347. Burnout, por exemplo, afeta 30% dos trabalhadores no Brasil, segundo a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), sendo o excesso de funções uma das principais.

 

Alerta

 

Outro alerta vindo da pesquisa é a conclusão de que houve um aumento de 72% entre os anos de 2020 e 2022 das ações trabalhistas relacionadas com a síndrome do esgotamento profissional, sendo o Estado de São Paulo o que concentra a maior parte dos casos judiciais, explicam em artigo ao Consultor Jurídico, Ricardo Calcini, professor e sócio-consultor do escritório Chiode e Minicucci Advogados | Littler Global; e Leandro Bocchi de Moraes, membro da Comissão Especial da Advocacia Trabalhista da Ordem dos Advogados do Brasil – São Paulo (OAB-SP).

Essa demasia de tarefas, associada ao constante uso e (dependência) dos dispositivos eletrônicos, encabeçam os motivos para o esgotamento físico e mental, sendo também motivo por desencadear doenças de trabalho. Mariana Zieza, psicóloga especialista em saúde mental, ressalta o chamado Burnout Digital, transtorno caracterizado pelo hiperestímulo por conta da exposição prolongada às telas, causando um impacto negativo na saúde e no bem-estar. “Somos constantemente afetados por uma cultura da produtividade, que nunca pode parar, em que há uma desvalorização do ócio, nos sobrecarregando”, explica a psicóloga, em entrevista à Tupi FM.

E arremata a importância de atividades off-line em prol do bem-estar: “É fundamental reservar tempo para hobbies, exercícios físicos e interações sociais no mundo real, a fim de manter um equilíbrio saudável. Com essas medidas, é possível desfrutar dos benefícios da tecnologia sem prejudicar a saúde”, esclarece Mariana Zieza.

 

Mulheres e Burnout

 

A Saúde Mental também é um tema discutido em outros países. Estudo da Atticus, empresa americana de advocacia que apoia pessoas a buscar ajuda do governo e de seguros, mostrou que estresse e ansiedade são agora os mais comuns no ambiente laboral, representando 52% de todos os casos de lesões ou doenças relacionadas.

Para Bryan Robinson, colaborador da Forbes e professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, esse cenário é ainda mais crítico às trabalhadoras e mães, em razão de fatores diversos como a jornada dupla, dívidas, remuneração baixa e, novamente, sobrecarga de trabalho. “Hoje, 60% delas querem mudar sua situação financeira e 30% gostariam de mudanças em sua jornada ocupacional, segundo levantamento da ONG Think Olga com 1.078 brasileiras com mais de 18 anos. Isso pode explicar por que 45% das mulheres receberam diagnóstico de ansiedade, depressão ou algum tipo de transtorno mental”, destaca o pesquisador em seu artigo.

 

Autoconhecimento

 

A promoção de mais políticas públicas voltadas à saúde mental, investimento em ações dentro das empresas e, principalmente, um plano de autocuidado são instrumentos importantes para mitigar os transtornos mentais às trabalhadoras e trabalhadores.  “Conhecer seus limites, definir expectativas realistas, evitar o esgotamento e comunicar sentimentos de sobrecarga ou fadiga a chefes e colegas de trabalho. Isso pode significar recusar um novo projeto ou abrir mão de algumas responsabilidades. Cada um precisa fazer a sua parte para proteger a saúde mental”, conclui Robinson.

Foto: Freepik

1 de janeiro de 2024 0 comments
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