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Tecnologia

Empresa brasileira inova em segurança do trabalho com solução pioneira para neutralização de amônia - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Empresa brasileira inova em segurança do trabalho com solução pioneira para neutralização de amônia

by 12 de novembro de 2024
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A Dux Grupo, empresa nacional especializada em soluções para bem-estar humano e proteção ambiental, desenvolveu o SAFE, um produto revolucionário que neutraliza instantaneamente a amônia (NH3), gás tóxico presente em diversos setores como o químico, petroquímico, metalúrgico, de fertilizantes, frigoríficos e estações de tratamento de água.

O SAFE age de forma rápida e irreversível, transformando a amônia em água e um sal biodegradável, garantindo a segurança dos trabalhadores e a proteção do meio ambiente. A solução pode ser aplicada diretamente em vazamentos ou integrada a sistemas de exaustão e lavadores de gases, oferecendo uma resposta completa para a contenção de riscos.

 

Neutralização da amônia e mais segurança

 

Grandes empresas como VIBRA, Minerva Foods, Marfrig, Gomes da Costa e Tyson já utilizam o SAFE em suas operações, comprovando a eficácia da tecnologia brasileira na prevenção de acidentes e na proteção da saúde dos trabalhadores.

“O SAFE oferece mais proteção, segurança e tranquilidade para as operações que trabalham com amônia, atuando em toda a cadeia de proteção do gás, da contingência de vazamentos até a desinfecção”, afirma Marcio Del Cól, fundador e Diretor de Operações da Dux Grupo.

 

Prevenção e detecção

 

Além do SAFE, a Dux Grupo também desenvolveu o Dux Detector Ammonia, um spray que identifica vazamentos de forma preventiva. O produto reage em contato com a amônia, mudando de cor e indicando o ponto exato do vazamento, permitindo uma ação rápida e eficaz.

A tecnologia da Dux Grupo representa um avanço significativo na segurança do trabalho em setores que lidam com amônia. A neutralização imediata e a prevenção de vazamentos minimizam os riscos de acidentes, protegem a saúde dos trabalhadores e contribuem para um ambiente de trabalho mais seguro.

“O diálogo com a área de Segurança do Trabalho é fundamental para o desenvolvimento de nossas inovações”, destaca Marcelo Spaziani, CEO da Dux Grupo. “Acreditamos no potencial da nossa tecnologia e buscamos estar próximos dos profissionais que atuam na linha de frente para oferecer soluções que atendam às suas necessidades.”

12 de novembro de 2024 0 comments
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Autoacalmar-se a dinâmica que ajudou os servidores da Câmara de Curitiba a lidar com o estresse no trabalho em 2024 - Revista Cipa
INC - Prevenção de Incêndios

Empresa ambiental apoia no combate aos incêndios que devastam o Brasil empregando inovação e sustentabilidade

by redacao 17 de setembro de 2024
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A Ambipar, especializada em soluções ambientais, tem utilizado toda sua expertise em sustentabilidade, equipamentos e tecnologia para atuar no combate aos incêndios florestais junto a órgãos públicos e empresas privadas com plantas em regiões impactadas pelas queimadas, por todo o país.

A Ambipar tem feito todo o trabalho aéreo, com aeronaves de médio porte utilizadas para combater incêndios florestais, no Norte e no Centro-Oeste. Além de auxiliar na logística para o transporte da equipe de brigadistas em locais restritos, as aeronaves lançam grandes volumes de água em áreas de difícil acesso para reduzir a temperatura do local, dando suporte para o trabalho desenvolvido pela equipe terrestre. Aliada da sustentabilidade, a empresa também atua de forma preventiva, com o uso de um produto orgânico que é depositado em áreas que apresentam risco de incêndios florestais.

 

Sustentabilidade no combate ao fogo

No trabalho junto às empresas privadas, a Ambipar tem recebido um elevado número de chamados para atuar no Sudeste do país, no combate ao incêndio. Para essas demandas, o CEO da Ambipar Response, Rafael Espírito Santo, explica que a empresa conta com aeronaves de todos os portes, como também com robôs que chegam em locais mais perigosos, para evitar o envolvimento de profissionais em áreas de risco. “Também trabalhamos com canhões de grande alcance, usamos uma tecnologia que retém o avanço do fogo e temos apoio terrestre com equipe especializada”, relata Espírito Santo.

O executivo enfatiza que a Ambipar é líder em gestão de crise e resposta a emergências ambientais em todos os cenários (florestal, marítimo, rodoviário, fluvial, ferroviário, industrial, dutoviário) em produtos perigosos, incêndios florestais e industriais, derramamento de óleo e emergências médicas, cumprindo todas as exigências legais e de sustentabilidade de forma eficiente e segura.

Profissional destaque – Jerusa Cristiane Alves

Uma das profissionais da empresa que está se destacando nas operações aéreas no atual combate aos incêndios é a comandante Jerusa Cristiane Alves, que atua como piloto desde 2010. Ela vem inspirando pelo menos mais seis co-pilotas, que estão em formação pela Ambipar para avançarem na carreira. Jerusa sinaliza que, agora, “o maior desafio é a questão de todo o Brasil estar queimando ao mesmo tempo, além da fumaça que restringe a visibilidade para atuar no espaço aéreo”. Recentemente, ela atuou no combate aos incêndios no Pantanal (MS) e, na próxima quinzena, estará na operação de combate ao fogo na Chapada dos Veadeiros (GO).

17 de setembro de 2024 0 comments
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Pesquisadores apontam importância de Observatório de Saúde e Trabalho no agronegócio - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Pesquisadores apontam importância de Observatório de Saúde e Trabalho no agronegócio

by 4 de setembro de 2024
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Atividades que configuram o trabalho no agronegócio estão entre as que mais causam acidentes laborais. É o que apontam estudos realizados pelos pesquisadores Roberto C. Ruiz, médico do trabalho, mestre em saúde coletiva e doutorando em saúde pública; Allan de Campos Silva, geógrafo mestre e doutor em Geografia Humana; e Fernando Mendonça Heck, geógrafo mestre e doutor em Geografia. Seu trabalho mostra importância de Observatório de Saúde e Trabalho no agronegócio.

Eles são idealizadores do Observatório de Saúde e Trabalho no Agronegócio (ObAgro), plataforma lançada em julho e que tem em seu escopo articular pesquisas mais aprofundadas em saúde do trabalhador do setor da agroindústria, permitindo que instituições utilizem esse conhecimento para promover a cultura preventiva de doenças laborais nesses ambientes.

Para tanto, os profissionais estão com dois projetos vinculados ao setor de frigoríficos, sendo um sobre o “Controle e uso seguro de amônia em ambientes frios” e “Insalubridade e trabalho na Agroindústria: perfil epidemiológico de saúde e doença nos frigoríficos”, este a partir de indicadores de frequência, utilizando ferramentas como a cartografia para evidenciar a ocorrência de adoecimentos.

 

Articulações no Observatório do Agro

 

“Esperamos que o ObAgro seja mais uma iniciativa que se soma a tantas outras com o intuito de fortalecer a classe trabalhadora e a luta por ambientes e condições de trabalho dignos que preservem a saúde das pessoas e que não se configurem como no atual momento em tantos agravos, exposições e doenças”, escrevem os autores, em artigo ao Brasil de Fato.

A plataforma recebe o apoio de entidades sindicais, e está disponível para receber apoio em novos projetos de pesquisa e formação de outras entidades interessadas, inclusive internacionais.

Mais informações podem ser obtidas neste link ou pelas redes sociais.

Foto: divulgação

4 de setembro de 2024 0 comments
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Estudo alerta sobre a escala 6x1 e mostra que o trabalho não pode custar a saúde laboral - Revista Cipa
SST - Tecnologia e Inovação

Aliança entre Inteligência Artificial e olhos humanos melhora prevenção e combate a incêndios florestais

by redacao 29 de agosto de 2024
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Em entrevista à CBN Brasília, Priscila Solís, professora do Departamento de Ciência da Computação da UNB e coordenadora do projeto ‘Sem Fogo DF’, explica como é utilizada a inteligência artificial para monitorar e prevenir incêndios florestais na capital federal.

Segundo a professora, o projeto conta com ferramentas da inteligência artificial para identificar focos de incêndio no Cerrado, com uma detecção de duas fases. Para isso, são empregados dois algoritmos: o primeiro é responsável por identificar a presença de fumaça nas imagens, enquanto o segundo algoritmo faz um zoom na imagem para uma segunda verificação. Com base nessa análise, os sistemas de alerta recebem informações sobre a probabilidade de fogo nos locais monitorados.

 

Apoio da Inteligência Artificial

 

“As câmeras ficam o tempo todo monitorando as áreas que elas cobrem”, explica. “O primeiro algoritmo, ele faz uma detecção da fumaça em um quadrante da imagem, e o segundo funciona como se fosse uma pessoa, entendeu? Você identifica, em uma área grande, a fumaça e, depois esse segundo algoritmo, ele aproxima dessa área em que foi identificada a fumaça e faz uma segunda verificação. Então, a gente chama esse modelo de detecção de duas fases”, explicou.

“São dois algoritmos que identificam, dão a probabilidade de fogo, que é enviado então para um sistema de alerta, em que os bombeiros e a Fema (Fundo Especial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável) têm acesso e aí eles, de fato, clicando nesse alerta, podem ter acesso imediato à câmera e fazer uma verificação em tempo real do local onde está o fogo.”

 

Fator IA x Fator Humano

 

Umidade do ar, temperatura média, alterações no clima, particularidades do bioma, declividade do terreno, velocidade do vento, qualidade do solo e ocupação do território. Tudo isso influencia se uma chama pode se tornar ou não uma grande queimada. Esses são os indicadores analisados e contabilizados pelas climatechs, como a umgrauemeio, que iniciou as operações em 2020 e já monitora mais de 20 milhões de hectares pelo mundo. Como atuam analisando imagens de mais de 20 satélites, eles conseguiram escalar a operação para além do território brasileiro. Tanto que o seu maior mercado, no momento, é Portugal.

Nessa equação, de acordo com notícia no Fast Company Brasil, no entanto, há um fator incapaz de ser controlado ou previsto pela inteligência artificial: o fator humano.

De acordo com estudo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), 84% dos incêndios iniciados no pantanal são causados por atividade humana. Além disso, são as pessoas, não a tecnologia, que decidem como os sistemas serão usados.

29 de agosto de 2024 0 comments
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Livro sobre Segurança Intrínseca Ex “i” traz uma abordagem abrangente para Áreas Classificadas em Indústria 4.0 e I2oT - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Livro sobre Segurança Intrínseca Ex “i” traz uma abordagem abrangente para Áreas Classificadas em Indústria 4.0 e I2oT

by 30 de abril de 2024
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Foi publicado pela Editora Blucher o Livro “Segurança Intrínseca – Equipamentos e instalações em atmosferas explosivas”. O tipo de proteção Ex “i”, por se basear em componentes e circuitos eletrônicos, apresenta um significativo desenvolvimento e grandes evoluções ao longo do tempo, com extensivas aplicações em sistemas de instrumentação e automação industrial em áreas classificadas, incluindo aplicações em redes Ethernet intrinsecamente seguras a dois fios (2-WISE), contribuindo para a elevação dos níveis de segurança, proteção e atendimento de requisitos normativos e legais dos equipamentos e das instalações em atmosferas explosivas.

Segundo Roberval Bulgarelli, consultor sobre equipamentos e instalações em atmosferas explosivas, este Livro Ex “i”, com mais de 1.000 páginas, contém uma extensa divisão de capítulos, abordando de forma detalhada os diferentes aspectos dos equipamentos e das instalações intrinsecamente seguras, desde o histórico de evolução desse tipo de proteção ao longo do último século, incluindo o desenvolvimento dos conceitos de avaliação dos componentes dos produtos Ex “i”, até as normas técnicas aplicáveis para dimensionamento, ensaios e certificação dos produtos, bem como para as atividades e serviços “Ex” de campo, que proporcionam a devida confiança de que os equipamentos e instalações Ex “i” estejam seguros quando instalados em áreas classificadas contendo gases inflamáveis (zonas 0, 1 ou 2) ou poeiras combustíveis (zonas 20, 21 ou 22).

 

Livro sobre Segurança Intrínseca

 

Pode ser esperado, com a publicação deste Livro, que o tipo de proteção “segurança intrínseca” venha a ser mais bem entendido e aplicado por parte de fabricantes, empresas de serviços de engenharia e usuários finais e proprietários de instalações “Ex”, facilitando o surgimento de novos produtos Ex “i” no mercado, bem como proporcionando a sua maior e mais ampla aplicação, como o principal tipo de proteção “Ex”, nas áreas de instrumentação, automação e telecomunicações, em novos projetos de instalações industriais, usufruindo dos benefícios proporcionados por esse tipo de proteção “Ex”, em particular nos aspectos de segurança, facilidades de serviços de campo e integração com sistema de instrumentação e de automação.

As experiências, os conhecimentos, as boas práticas e as lições aprendidas dos autores, consolidadas neste Livro, contribuem para que ele represente uma fonte compilada de informações para os profissionais envolvidos com equipamentos e instalações em áreas classificadas, em particular os fabricantes de produtos “Ex”, os laboratórios de ensaios de produtos “Ex” e aqueles que trabalham com as atividades de projetos e montagens de instalações de instrumentação, automação e telecomunicações nessas áreas “Ex”.

A áreas de aplicação de equipamentos e instalações Ex “i”, que se encontram em acelerado ritmo de evolução, acompanham o desenvolvimento da tecnologia e da integração dos sistemas de gestão de ativos “Ex”, requeridos na Indústria 4.0 e na I2oT (Industrial Internet of Things), desde a instrumentação e automação de campo até as atividades de controle avançado, engenharia, controle e supervisão, em “nuvem”, incluindo as crescentes e benéficas integração e convergência da Tecnologia da Informação (TI) com a Tecnologia da Operação (TO) e com a Tecnologia de Automação (TA).

 

Conhecimento aprofundado

 

“Este livro tem como um de seus objetivos apresentar os detalhes de aplicação, funcionamento, dimensionamento, avaliação e ensaios de componentes eletrônicos e equipamentos intrinsecamente seguros e de equipamentos associados (Ex “i”), como as barreiras de segurança intrínseca, inclusive com isolação galvânica entre circuitos de campo e da barreira, aplicáveis no processo de certificação de conformidade “Ex”. Este Livro tem também como objetivo abordar os requisitos de serviços de campo de equipamentos e instalações Ex “i” em áreas classificadas, incluindo as atividades de seleção, montagem, inspeção, manutenção e recuperação de equipamentos intrinsecamente seguros, de acordo com os requisitos apresentados nas normas técnicas brasileiras adotadas da série ABNT NBR IEC 60079 – Atmosferas explosivas”, informa Bulgarelli.

A presente obra se destina aos profissionais interessados em aprofundar-se em requisitos sobre a segurança de equipamentos e instalações em áreas classificadas, incluindo técnicos, engenheiros e demais profissionais envolvidos nas atividades de fabricação, ensaios, avaliação da conformidade, certificação, comercialização, especificação técnica, seleção de produtos, montagem, inspeção, manutenção e recuperação de produtos e instalações ”Ex”. Esta obra foi concebida e elaborada de forma a servir como guia e material de consulta rotineira por parte de fabricantes de produtos “Ex”, laboratórios de ensaios de produtos desse tipo, organismos de certificação de produtos “Ex”, empresas de serviços de projeto, montagem, inspeção, manutenção e recuperação de produtos “Ex”, bem como por parte das Empresas usuárias finais e proprietárias desses equipamentos, tanto em instalações terrestres como marítimas em atmosferas explosivas.

Mais informações sobre este Livro Ex “i” estão disponíveis na seguinte página do Portal da Editora Blucher: https://www.blucher.com.br/seguranca-intrinseca-9788521221357

30 de abril de 2024 0 comments
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Novas relações de trabalho e o "direito à desconexão": projeto de lei gera debate sobre limites da jornada - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Novas relações de trabalho e o “direito à desconexão”: projeto de lei gera debate sobre limites da jornada

by 25 de março de 2024
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Você está voltando para casa após um dia de trabalho, quando recebe uma mensagem de sua chefia pedindo para adiantar uma tarefa em que não terá tempo hábil de executá-la no dia seguinte, acarretando fazê-la fora do seu expediente. Pois essa cena está levando os trabalhadores a entrarem na Justiça para reivindicar o chamado Direito à Desconexão (em inglês, Rightto Disconnect, ou R2D).

Pesquisa do DataLawyer mostrou que em torno de 28,3 mil ações com esse termo foram movidas entre 2015 e 2022. “Direito à desconexão do trabalho é estabelecer através de lei o direito do trabalhador se desconectar do seu emprego. Por exemplo, quem tem jornada de oito horas, não precisar ficar depois do horário no celular respondendo mensagem ou e-mail do empregador. Tudo isso para respeitar o descanso noturno e de final de semana”, explica José Eduardo Gibello Pastore, advogado trabalhista, e consultor da Fecomércio-SP, ao Jornal do Comércio.

 

Direito à Desconexão

 

Não há muito conteúdo voltado sobre o tema na legislação e o que se aproxima está no Decreto Lei 5.452/43 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), em seu artigo 6° (atualizado em 2011), que diz “não se distingue entre o trabalho realizado no estabelecimento do empregador, o executado no domicílio do empregado e o realizado a distância, desde que estejam caracterizados os pressupostos da relação de emprego”.

 Para Matheus Gonçalves Amorim, sócio do SGMP Advogados, esse direito no Brasil deriva de uma construção jurisprudencial, a partir da interpretação do texto constitucional e da Lei 605/49, partindo da premissa de que o trabalhador tem o direito de usar seu tempo livre da maneira que desejar: “Justamente por esse motivo, hoje tramita no Senado Federal o Projeto de Lei 4.044/2020, que visa a regulamentar a matéria, instituindo disposições que, em nosso entender, são pouco razoáveis quando tratam do tema”, frisa, ao ConJur.

Segundo o PL citado por Amorim, o empregador não poderá solicitar normalmente a atenção de um empregado em regime de teletrabalho, por telefone ou por qualquer ferramenta de comunicação eletrônica, fora de seu horário de expediente. Sobre acordos ou convenções coletivas, pode-se ter exceções em casos mais urgentes, contudo esse tempo será contado como hora extra. No caso de férias, o trabalhador é desobrigado a responder qualquer chamado do empregador, inclusive podendo sair de grupos de mensagens ou mesmo aplicativos da empresa durante esse período.

O acesso cada vez mais tecnológico acabou por “impor” a disponibilidade constante dos trabalhadores a executar tarefas a qualquer momento e em qualquer lugar. O autor da proposta, o senador Fabiano Contarato (PT-ES), destaca ainda que o projeto se baseou no princípio defendido pelo jurista Jorge Luiz Souto Maior, sob o argumento de que o avanço tecnológico “escraviza” o trabalhador ao obrigá-lo a estar acessível remotamente em todo momento. “Tais ferramentas não têm sido utilizadas de forma episódica pelos empregadores, mas rotineiramente, como se os trabalhadores estivessem à sua disposição a todo momento. Portanto, em total inobservância da jornada pactuada em contrato de trabalho”, responde, em entrevista à Agência Senado.

 

Cenário no mundo

 

A Austrália planeja instaurar normas que garantam aos trabalhadores o direito de ignorar chamados injustificados fora do expediente, inclusive multando os empregadores pela infração. Leis semelhantes já foram implementadas em países da União Europeia como França e Espanha.

Para os advogados Thaís G. Pascoaloto Venturi, Pedro Fortes, Daniel Dias e Nelson Rosenvaldé necessário regulamentar alguns aspectos do novo ambiente de trabalho digital com o objetivo de compensar pelo menos alguns dos impactos negativos decorrentes da utilização frequente de dispositivos. Eles citam os dez princípios fundamentais (Princípios Orientadores, cuja íntegra está neste link) definidos pelo European Law Institute que estabelecem uma base regulamentar equilibrada para o R2D na Europa.

“Deve ser dada especial atenção à correspondência entre as exigências e expectativas impostas aos empregadores e a realidade econômica. É importante considerar a dimensão delas em causa e garantir que as suas obrigações não representam um fardo excessivo. A adaptação das suas obrigações, bem como as negociações coletivas sobre o R2D são suscetíveis de salvaguardar os interesses dos empregadores, independentemente da sua dimensão e recursos”, escrevem em artigo ao Migalhas.

 

 Como proceder

 

 O trabalhador que se sentir lesado deve juntar provas para serem anexadas ao processo, como e-mails salvos, fotos das conversas em redes sociais, APP ou videoconferências e históricos de chamadas telefônicas. Cabe às organizações, por meio de seus departamentos de Recursos Humanos, criarem regras claras sobre o uso da comunicação, estabelecendo limites de conexão e horários para evitar tal desfecho. “Estabelecer regras são importantes e devem estar na gestão de RH, dentro dos manuais de comportamento e de regimento interno.Isso vai fazer com que a empresa organize melhor a questão da hiperconexão”, ressalta Pasotore.

Contudo, o consultor da Fecomércio-SP reitera que é preciso verificar cada caso e que em determinadas funções é comum ter de responder demandas além expediente: “Alguns tipos de trabalhos são feitos assim mesmo. Tem que contatar clientes em horários diferentes, mas daí têm leis específicas para a área, como os representantes comerciais”, finaliza.

 

Foto: Freepik

25 de março de 2024 0 comments
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Realidade virtual triplica capacidade de treinamento e aumenta segurança no campo - Revista Cipa
SST - Tecnologia e Inovação

Realidade virtual triplica capacidade de treinamento e aumenta segurança no campo

by 27 de fevereiro de 2024
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Capacitar um colaborador para operação de grandes máquinas no campo exige tempo, dinheiro e cuidados rigorosos com a segurança. Agora, a Realidade Virtual também está ajudando nesse tipo de capacitação. Na Aperam BioEnergia, são necessárias aulas práticas para que um novo colaborador esteja apto a conduzir o Feller Buncher, equipamento que realiza a colheita mecanizada de eucalipto nas florestas renováveis da empresa, no Vale do Jequitinhonha.

Determinada a reduzir esse tempo e melhorar a performance do treinamento, a empresa desenvolveu um simulador que usa realidade virtual para representar com exatidão as condições do campo, onde o colaborador pode praticar comandos e ações necessárias à operação sem precisar se deslocar para as florestas, que ficam em locais de difícil acesso, até que esteja devidamente capacitado.

 

Realidade virtual

 

Com a nova tecnologia, o tempo total de treinamento de um operador de Feller diminuiu 50%, de seis para três meses. E o tempo em que o Feller precisa ficar fora de operação para ser utilizado pelo novo funcionário foi reduzido para 40 horas.

“Até agora, com a dificuldade de encontrar mão de obra qualificada e com as distâncias e horas de máquina fora da operação que tínhamos, não conseguimos treinar mais do que sete operadores por ano. Com o simulador, esse número poderá ser pelo menos triplicado”, afirma Mayara Araújo Ferreira, coordenadora de Manutenção Mecânica da Aperam BioEnergia.

Segundo ela, o equipamento foi desenvolvido em parceria com startup Studio Haus e trouxe também ganhos importantes de performance, de segurança para os colaboradores e ambientais, uma vez que grande parte do treinamento será agora realizado em um aparelho que não consome combustível.

 

Indústria 4.0

 

O supervisor de Colheita Florestal da Aperam BioEnergia, Silvano Gomes Luiz, diz: “Ver esse projeto robusto se transformar em realidade me deixa muito feliz. Ganha não só o instrutor, mas também a empresa e o colaborador que está sendo treinado”, celebra.

O gerente executivo de Manutenção e Colheita da Aperam BioEnergia, Geraldo Vitor de Andrade Júnior, afirma que investir em novas tecnologias é um dos valores essenciais da empresa, que é totalmente inserida no conceito de indústria 4.0 – modelo em que as tecnologias digitais favorecem a criação de novos métodos de produção nas indústrias globais baseados na automação do trabalho, robótica, inteligência artificial, internet das coisas e inteligência de dados.

“Importante dizer, no entanto, que a inovação não se resume ao desenvolvimento de novas tecnologias, mas se dá também com a evolução da cultura organizacional, dos costumes, dos modos de relacionar e dos processos de seleção e do cuidado com as pessoas”, afirma Geraldo Vitor.

Foto: Aperam BioEnergia/Divulgação

27 de fevereiro de 2024 0 comments
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Logística em expansão: ergonomia e tecnologia garantem saúde e produtividade - Revista Cipa
SST - Gestão de Riscos

Logística em expansão: ergonomia e tecnologia garantem saúde e produtividade

by 14 de fevereiro de 2024
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Nunca a palavra ergonomia fez parte do vocabulário de quem atua com transporte e movimentação de cargas. A Logística é um setor que está em plena expansão: até 2025, ela e áreas de logística, construção civil, vestuário e energia devem abrir 540 mil novas vagas no Brasil, aponta o Observatório Nacional da Indústria (ONI), núcleo de inteligência e análise de dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Essa demanda, contudo, não pode ser deixada de lado a importância para não apenas em garantir as entregas aos clientes, mas também assegurar sua saúde desse contingente de trabalhadores. Para tanto, é necessária a adoção de uma metodologia de trabalho eficiente, reduzindo lesões por esforços repetitivos e de distúrbios osteomusculares, comuns a quem trabalha nessas funções.

 

Ergonomia na logística

 

Uma ferramenta preponderante é a adaptação dos postos de trabalho mais ergonômicos e inteligentes e a tecnologia é uma grande aliada, aponta Eduardo Andrade, técnico de segurança de trabalho da INVENT, empresa especializada em automatização de processos logísticos. “Muitos sistemas de armazenagem ajudam os funcionários a assumirem uma postura correta. Um exemplo é o sistema de armazenagem em carrossel que, por ser rotacional, não exige que o trabalhador fique se agachando para apanhar algum produto em operações de picking. É fundamental orientar o colaborador a assumir a postura adequada e condicioná-los a suportar determinadas cargas de trabalho. Embora isso não extinga definitivamente as possibilidades de lesões, reduz bastante a sua incidência”, explica.

 

NR-17

 

A Norma Regulamentadora 17 trata especificamente das melhores condições de ergonomia e é uma guia importante a ser seguida. Com revisão recente, a NR-17 determina o recurso de Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP), uma etapa inicial para identificação e classificação do risco ergonômico, devendo ser integrada ao PGR (Programa de Gestão de Risco).

Para Gabriela Nunes, ergonomista do SESI-SP, com a elaboração da AEP é possível estudar de forma mais assertiva a atividade de trabalho apontando soluções ergonômicas e oferecendo subsídios para adequações. “O foco passou a ser gerencial, deixando de ser apenas documental e esse processo de levantamento de dados oferece base para atuar com as questões ergonômicas dentro dos postos de trabalho, destacando à empresa onde estão os pontos mais urgentes. Assim cria-se um plano de ação e torna esse processo mais dinâmico”, salienta.

O estímulo as pausas e revezamento de funcionários, projetos ergonômicos bem orientados e educação do próprio trabalhador sobre práticas saudáveis de trabalho são outras recomendações dos especialistas.

Foto: divulgação Invent

14 de fevereiro de 2024 0 comments
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Sling Dragon: tecnologia aérea é usada na queima prescrita - Revista Incêndio
INC - Incêndio FlorestalSST - Tecnologia e Inovação

Sling Dragon: tecnologia aérea é usada na queima prescrita

by redacao 12 de fevereiro de 2024
written by redacao

Sling Dragon. Este é o nome do lançador de esferas que, por meio de uma reação química, entram em combustão instantânea quando tocam o solo. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) adquiriu, em 2022, três dispositivos de Ignição Aérea, nome técnico do Sling Dragon, sendo considerados os primeiros a serem utilizados na América Latina, e inéditos em atividade no Brasil.

Em fase de testes desde 2023, os dispositivos têm como objetivo facilitar o Manejo Integrado do Fogo (MIF), a queima controlada em diferentes áreas de vegetação para evitar grandes incêndios florestais. Comumente, pessoas são treinadas para fazer o MIF em solo, porém com a implantação do equipamento, que faz todo o procedimento pelo ar, assim acidentes e riscos aos brigadistas são evitados.

 

Operação do Sling Dragon

 

O equipamento foi desenvolvido pela canadense SEI Industries e trata-se de uma máquina que fica fora do helicóptero, pendurada por conjunto de cabos de carga com suspensão SS. É operada por um piloto treinado que utiliza um interruptor de controle manual, liberando até cinco mil esferas, chamadas de Dragon Eggs, que realiza a atividade. Com sete configurações de velocidade, a máquina tem ainda um rastreador GPS, que registra as coordenadas de queda em um cartão MicroSD, permitindo que os usuários visualizem facilmente um mapa de área de queima.

“O Sling Dragon vai aumentar exponencialmente a nossa capacidade de queimada prescrita, fundamental no programa preventivo do Ibama para reduzir a gravidade dos incêndios florestais, recorrente em grandes áreas protegidas como terras indígenas e de conservação”, frisa Everton Almada Pimentel, analista de Meio Ambiente – Operações Aéreas do órgão, ao site Cavok.

 

Regiões beneficiadas

 

Os primeiros testes foram realizados em territórios indígenas da Amazônia e em unidades de conservação federal. João Paulo Morita, coordenador de MIF, explica que é preciso alguns cuidados ao operar o Sling Dragon, o que demanda um planejamento cauteloso da área a ser queimada. “É necessário um treinamento das equipes para um alinhamento entre o piloto e o chefe da queima, bem como uma checagem criteriosa do equipamento antes da operação”, salienta o profissional, ao site Ciclo Vivo.

Uma das regiões já beneficiadas com a tecnologia é o Parque Nacional do Viruá, RO. Bruno Souza, responsável pelas queimas local, explica que por ser de difícil acesso, o trabalho dos brigadistas no parque foi facilitado pelo Sling Dragon, já que outrora era feito durante semanas e atualmente resumiu-se em dois dias. “O Parque é bastante suscetível aos efeitos do El Niño, fazendo com que a unidade seja alvo de incêndios mais severos, que podem atingir mais de 80 mil hectares”, analisa.

Segundo informações do Ibama, o equipamento pode ser útil em demais unidades de conservação que tenham essas características. Para tanto, em outubro, profissionais com experiência em queima prescrita foram mobilizados para verem de perto o equipamento em ação em Roraima, sendo os da Floresta Nacional de Brasília, DF, da Estação Ecológica da Serra das Araras, MT, e do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, MT.

 

Foto: Divulgação – SEI Industries.

12 de fevereiro de 2024 0 comments
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Modernização dos processos torna o caminho possível para a telemedicina na SST - Revista Cipa
SST - Tecnologia e Inovação

Modernização dos processos torna o caminho possível para a telemedicina na SST

by 8 de janeiro de 2024
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O período de isolamento imposto pela Covid-19 abriu caminho e desdobramentos para o uso da tecnologia em prol de diversas áreas e na Saúde e Segurança do Trabalho (SST) não foi diferente. Uma delas é telemedicina ocupacional, em que a emissão de laudos e consultas online se expandiram.

Aliás, a modalidade de medicina não é algo novo, já que meados dos anos 2000 foi publicada a Resolução CFM 1.643/2002, argumenta o cardiologista José Aldair Morsch, diretor técnico da Morsch serviços de telemedicina, em Erechim, RS. “O debate hoje gira em torno da autorização a realizar exames do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), ou seja, sem que o médico do trabalho avalie o empregado pessoalmente”.

 

Telemedicina hoje

 

Segundo ele, após o período de restrições, a telemedicina ganhou nova regulamentação a Resolução CFM 2.314/2022, que passou a autorizar a teleconsulta. “Nesse cenário, especialistas refletem que funcionários de empresas com grau de risco 1 (baixa frequência de acidentes de trabalho) podem ser avaliados em consulta online”, responde.

Com a digitalização dos procedimentos é possível a elaboração de documentos sendo o prontuário eletrônico um dos mais pertinentes, já que possui histórico de saúde, medicamentos, fórmulas e prescrição acessada via QR Code, o que inclui o telediagnóstico e assinatura médica digital.

Morsch também ressalta que para o êxito dessa atividade, a mesma precisa estar condizente com as Normas Regulamentadoras, preservando as informações do paciente e salvaguardando-as conforme as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Em transformação

 

Com a modernização dos processos, o que inclui a implantação do eSocial, esses setores devem acompanhar essas transformações tecnológicas em prol da precisão dos diagnósticos corretos aos trabalhadores. “É importante que medicina diagnóstica esteja dentro dessa cadeia, uma vez que não dá para falar em gestão, promoção e tratamentos de saúde sem diagnósticos. Com isso, o diagnóstico acaba sendo o começo, meio e fim de tudo”, destacou Milva Pagano, diretora-executiva da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), em webinar sobre saúde ocupacional.

Em si tratando de SST, Pagano observou que com os avanços, a relação empresa e Medicina do Trabalho, que outrora se resumia ao cumprimento da realização de exames admissionais e demissionais, por exemplo, avança com a implantação de programas de qualidade de vida no ambiente laboral. “As empresas estão implantando programas mais bem-sucedidos em gestão da saúde que tem a área da saúde ocupacional envolvida ou até mesmo liderando as ações. Isso representa um forte indicador de sucesso nos programas de gestão de saúde corporativa”, afirmou a executiva.

 

Tendências

 

O uso da Inteligência Artificial (IA), a coleta e análise de dados e a interoperabilidade de informações, quando ocorre a interação de sistemas e instituições de maneira eficaz e eficiente, são algumas das tendências já presentes do segmento e que futuramente se expandirão. O tema foi discutido no 10º Congresso Internacional de Inovação da Indústria, promovido Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em setembro último.

Sobre essa última tendência, está presente na saúde pública: Ministério da Saúde integra os dados de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com o aplicativo ConecteSUS. Por meio do dispositivo é possível o paciente acessar a carteira nacional de vacinação digitalmente e se está com o esquema vacinal completo.

Muito embora esses processos digitais preconizam a telemedicina em todas as suas esferas, não se pode deixar de lado o fator humano nessas questões. Denizar Vianna, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, disse no evento que se devidamente desenvolvido, o conceito de interoperabilidade promoverá melhorias significativas na saúde do país. “Falamos de IA e conexão dos dados, mas precisamos transformar essa massa de informação para que possamos fazer, de fato, uma gestão na saúde”, destacou.

E concluiu: “a saúde vai ser sempre capital dependente. E a pergunta principal não é o quanto estamos gastando, mas sim se estamos gastando de forma adequada esse recurso. E, para isso, nós vamos precisar lançar mão de todas essas inovações”.

 

Foto: reprodução

8 de janeiro de 2024 0 comments
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