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riscos

Indústrias paranaenses têm sete novas unidades móveis para treinamentos em Normas Regulamentadoras - Revista Cipa
SST - Capacitação e Treinamento

Indústrias paranaenses têm sete novas unidades móveis para treinamentos em Normas Regulamentadoras

by 18 de dezembro de 2024
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Empresas do Paraná agora contam com uma solução prática e eficiente para atender às exigências legais de segurança do trabalho: as novas Unidades Móveis de Treinamento (UMOs) do Sesi Paraná. Ao todo, sete unidades percorrerão as regionais do estado, levando capacitações de alta qualidade diretamente para as indústrias ou para as próprias unidades do Sesi.

Os treinamentos disponíveis nas UMOs abrangem as seguintes Normas Regulamentadoras (NRs):

NR-18: Montagem e desmontagem de andaimes;

NR-23: Formação e reciclagem de brigada de incêndio;

NR-33: Formação e reciclagem em espaço confinado;

NR-34: Formação e reciclagem em trabalho a quente;

NR-35: Formação e reciclagem em trabalho em altura.

 

A importância das Unidades Móveis

Muitas empresas enfrentam dificuldades para realizar treinamentos obrigatórios por falta de estrutura adequada. As UMOs foram desenvolvidas para superar essa barreira, proporcionando flexibilidade e acessibilidade aos treinamentos. Com uma estrutura moderna e diversidade de equipamentos, as UMOs do Sesi garantem capacitações completas e alinhadas às exigências legais, contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros.

 

A relevância dos treinamentos em NRs

As Normas Regulamentadoras são um conjunto de diretrizes estabelecidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego para assegurar a segurança e saúde dos trabalhadores. Atualmente, são 37 NRs em vigor, abrangendo diversos setores e atividades.

Os treinamentos em NRs capacitam os trabalhadores a:

  • Identificar riscos no ambiente de trabalho;
  • Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) corretamente;
  • Adotar práticas seguras que previnem acidentes e doenças ocupacionais.

Estudos apontam que empresas que investem em capacitação apresentam até 40% menos acidentes de trabalho, promovem uma cultura de segurança e aumentam a produtividade, além de reduzirem custos com afastamentos e rotatividade.

Sesi Paraná: um parceiro estratégico

Com expertise em segurança e saúde no trabalho, o Sesi Paraná oferece treinamentos personalizados e flexíveis, agora ampliados pelas novas Unidades Móveis. Essa iniciativa reforça o compromisso da instituição em apoiar as indústrias na construção de ambientes de trabalho mais seguros e produtivos.

Para mais informações sobre os treinamentos em Normas Regulamentadoras e as Unidades Móveis, acesse sesi.com.br/nrs.

18 de dezembro de 2024 0 comments
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Trabalhadores expostos ao sol se articulam em relação às mudanças na NR-15 - Revista Cipa
INC - Prevenção de Incêndios

Bombeiros combatem incêndios, em Primavera do Leste, MT, e alertam para perigos e prevenção em aterros sanitários

by redacao 13 de agosto de 2024
written by redacao

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) atuou em duas ocorrências de combate à incêndios, na cidade de Primavera do Leste (a 243 km de Cuiabá) envolvendo um aterro sanitário e terreno baldio.

No dia 6 de agosto, os bombeiros militares foram acionados para combater um incêndio em um aterro sanitário do município. Ao chegarem no local, constataram que uma grande quantidade de lixo era consumida pelas chamas. O incêndio também ocasionou o rompimento da rede de energia elétrica da região e exigiu o apoio da equipe da concessionária de energia.

 

Atendimento no aterro

 

No combate ao fogo, os bombeiros utilizaram cerca de 9 mil litros de água para controlar as chamas e resfriar a área. O material em combustão foi retirado, em seguida, por uma pá carregadeira. Após o controle do incêndio no aterro, a equipe permaneceu no local e realizou o rescaldo para evitar novas reignições de focos remanescentes.

Já na segunda-feira, dia 5/8, o CBMMT atuou no combate a um incêndio em vegetação em uma área de terrenos baldios localizada no bairro Vila Gramado. A equipe da 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada por moradores da região através do número de emergência 193.

Ao chegarem no local, os bombeiros militares fizeram o combate ao incêndio com o uso de cerca de 4 mil litros de água. Após a ação, a equipe da 6ª CIBM realizou o rescaldo na área para eliminar possíveis focos remanescentes.

Segundo o Governo do MT, em nenhumas das ocorrências houve registro de vítimas.

 

Perigos e medidas preventivas

 

Os perigos dos incêndios em aterros sanitários envolvem:

Poluição do ar: a queima de lixo libera gases tóxicos e poluentes atmosféricos, como dióxido de carbono, metano, dióxido de enxofre e material particulado, que podem causar problemas respiratórios e outras doenças, além de contribuir para o aquecimento global.

Contaminação do solo e da água: as substâncias tóxicas liberadas pela queima podem infiltrar no solo e contaminar lençóis freáticos, prejudicando a qualidade da água e afetando a fauna e a flora.

Riscos à saúde humana: a exposição à fumaça tóxica e aos poluentes liberados pelos incêndios pode causar problemas de saúde a curto e longo prazo, como irritação nos olhos e garganta, problemas respiratórios, doenças cardiovasculares e até mesmo câncer.

Riscos à segurança: incêndios em aterros podem se propagar rapidamente e de forma imprevisível, colocando em risco a vida de bombeiros, trabalhadores e moradores das proximidades.

Prejuízos econômicos: os incêndios podem causar danos à infraestrutura do aterro, equipamentos e materiais, além de gerar custos com o combate ao fogo, limpeza e recuperação da área.

Por isso, é importante preveni-los. Entre as medidas preventivas estão:

Gerenciamento adequado dos resíduos: é importante realizar a correta separação e tratamento dos resíduos, evitando o descarte de materiais inflamáveis e perigosos em aterros sanitários.

Monitoramento e controle do aterro: o monitoramento constante da temperatura e da composição dos gases no aterro permite identificar focos de incêndio em estágio inicial e tomar medidas preventivas.

Sistemas de detecção e combate a incêndio: a instalação de sistemas de detecção precoce de incêndio e a disponibilidade de equipamentos de combate ao fogo são essenciais para controlar e extinguir incêndios rapidamente.

Capacitação dos trabalhadores: é fundamental capacitar os trabalhadores do aterro sobre os riscos de incêndio e as medidas de prevenção e combate.

Conscientização da população: a conscientização da população sobre a importância do descarte correto dos resíduos e os perigos dos incêndios em aterros sanitários é essencial para a prevenção.

 

13 de agosto de 2024 0 comments
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Calor extremo e trabalho: OIT alerta para desafio global e medidas urgentes - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Calor extremo e trabalho: OIT alerta para desafio global e medidas urgentes

by 27 de março de 2024
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Em meio a mais uma onda de calor extremo no Brasil, discute-se aqui e em outros países a necessidade de rever normas em um cenário em que os trabalhadores cada vez mais são obrigados a exercer suas atividades sob temperaturas acima do considerado seguro. Nos últimos 30 anos, o número de dias em que o Brasil registrou calor extremo passou de 7 para 52 por ano.

Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) alerta que, até 2030, o mundo deve perder cerca de 2% do total de horas trabalhadas por causa das altas temperaturas.

De acordo com a entidade, o calor excessivo afeta produtividade e o trabalho digno em praticamente todos os países e setores da economia. No entanto, os riscos são maiores para as atividades ao ar livre e que envolvem esforço físico, como na agricultura, construção civil, transporte, serviços de reparo e emergência, turismo e esportes.

A agricultura e a construção civil são apontas pela OIT como as atividades especialmente mais arriscadas, pois há exposição contínua ao sol, o que aumenta não só o risco de haver desequilíbrio térmico, mas do desenvolvimento de doenças crônicas relacionadas à exposição constante, como câncer de pele e problemas renais.

Segundo a OIT, temperaturas de até 26° C são seguras e confortáveis para o trabalho ao ar livre. Acima disso, há redução da capacidade de trabalho e riscos de estresse por calor.

 

Mortes pelo calor

 

A Cool Coalition, entidade para resfriamento eficiente e ecológico do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambientes, 5 milhões de pessoas morrem por ano mundialmente por consequências do calor extremo.

Os dados incluem trabalhadores que morreram em serviço por causa do calor. Por exemplo, em julho de 2023, na Itália, cinco trabalhadores da construção civil morreram em apenas uma semana pela exposição às altas temperaturas. Na época, os sindicatos reivindicaram que houvesse licença remunerada para o setor quando a temperatura ultrapassasse os 35° C.

Também no ano passado, trabalhadores da UPS – empresa equivalente aos Correios nos Estados Unidos – ameaçaram paralisar as atividades devido ao calor. Motoristas relataram que trabalham em caminhões sem ar-condicionado, que se transformam em fornos ao longo do dia.

Alguns chegaram a ser hospitalizados após um dia de entregas sob o calor extremo, com lesão renal grave e estresse por calor.

Aqueles que trabalham em ambientes fechados também sofrem riscos se a temperatura dentro desses locais não for adequadamente regulada, alerta a organização.

Um exemplo disso ocorreu no ano passado em Sorocaba, no interior de São Paulo, quando trabalhadores de uma fábrica passaram mal por causa da alta temperatura no ambiente de trabalho, que era um galpão com teto baixo e de zinco, sem refrigeração e com água quente para beber.

 

Queda na produtividade

 

A projeção feita pela OIT, de que o estresse por calor vai reduzir em 2,2% as horas de trabalho no mundo até 2030, pode parecer pouco, mas equivale ao rendimento de cerca de 80 milhões de trabalhadores em tempo integral.

A estimativa, além disso, é conservadora, pois leva em conta que o mundo conseguirá atingir a meta de não deixar a temperatura global aumentar mais de 1,5% até lá – meta que tem se tornado cada vez mais atingido considerando-se o ritmo das emissões dos gases de efeito estufa.

No Brasil, empresas da construção civil notaram uma queda no rendimento médio dos trabalhadores por causa do calor e do sol excessivo por longos períodos no passado. A situação é semelhante ao que sempre ocorreu durante as estações chuvosas, quando obras precisavam ser paralisadas.

Já no setor agrícola, a OIT estima que 60% das horas trabalhadas serão perdidas devido ao estresse por calor até 2030.

A organização aponta ainda que a informalidade e as condições de trabalho insalubre podem levar os trabalhadores a abandonarem a atividade agrícola.

 

Medidas de proteção

 

A OIT recomendou que os países criem normas e legislações para combater os abusos que levam trabalhadores a se exporem ao calor excessivo.

No Brasil, a legislação trabalhista prevê que os empregadores são responsáveis pelo bem-estar do trabalhador, incluindo o conforto térmico. Há também as Normas Regulamentadoras do Ministério Público do Trabalho que devem ser aplicadas de acordo com a atividade. Segundo o MPT, expor os trabalhadores ao calor extremo é uma violação da NR-24.

Até mesmo nos Estados Unidos, onde leis de proteção aos trabalhadores são menos comuns, começa-se a implementar medidas para evitar a exposição às altas temperaturas. O governo de Joe Biden recomendou que canteiros de obras e fazendas instalem alertas de perigo, além de aumentar a inspeção de segurança em relação ao calor nesses setores.

Já em 2019, em Phoenix, no Arizona, vários dias seguidos de calor extremo levaram que obras de infraestrutura fossem realizadas durante a noite para evitar o sol e as horas com temperaturas máximas.

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

27 de março de 2024 0 comments
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Recorde de dias sem acidentes faz empresa catarinense da área de saneamento ser referência em segurança do trabalho - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Recorde de dias sem acidentes faz empresa catarinense da área de saneamento ser referência em segurança do trabalho

by 23 de janeiro de 2024
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A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) bateu o recorde de 470 dias sem acidentes de trabalho nas obras da Estação de Tratamento de Esgoto de Potecas, em São José e se tornou uma referência no setor. Desde o início do empreendimento, um dos maiores de esgotamento sanitário em Santa Catarina, nenhum trabalhador foi afastado.

Os números mostram que as ações de prevenção, somadas aos esforços dos engenheiros, técnicos de segurança e trabalhadores, estão gerando resultados positivos.

“Nossa meta diária é para construirmos a obra com cem por cento de qualidade, e também para que não tenhamos nenhum acidente no desenvolvimento das nossas atividades”, destaca o engenheiro responsável pela segurança do trabalho, Lucas Stadler.

 

Referência em segurança do trabalho

 

Programas de Sinalização Permanente dos Acessos e da Área de Obras, Manutenção do Sistema de Logística Interna, Procedimento para Manutenção dos Veículos e Equipamentos e o Procedimentos de Segurança e Saúde Ocupacional garantem a segurança dos trabalhadores.

Além do técnico em Segurança garantir diariamente que todas as normas regulamentadoras estão sendo seguidas, uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, com colaboradores e parceiros prestadores de serviços, fiscaliza o cumprimento das regras.

Todos os trabalhadores também passam por treinamentos de integração de segurança e meio ambiente, recebendo as informações de possíveis riscos no desenvolvimento de suas atividades. O curso tem duração de seis horas e reforça a importância da utilização dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva, verificação das ferramentas manuais, check list dos equipamentos, utilização dos caminhos seguros, entre outros temas estratégicos para segurança na obra.

 

23 de janeiro de 2024 0 comments
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Pesquisa europeia destaca que empresas ainda subestimam riscos de acidentes de trabalho - Revista Cipa
SST - Indicadores

Pesquisa europeia destaca que empresas ainda subestimam riscos de acidentes de trabalho

by 3 de janeiro de 2024
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Um estudo realizado em 33 países da Europa, com mais de 45 mil empresas, revelou que 25% delas não realizam avaliações periódicas de riscos de acidentes de trabalho, por acreditar que estes “já são bastante conhecidos”. A Pesquisa Europeia sobre Riscos Novos e Emergentes nas Empresas (ESENER) é conduzida pela Agência Europeia de Segurança e Saúde no Trabalho e publicada a cada cinco anos – sendo a última edição de 2019.

Apesar de dois terços das empresas informarem que promovem avaliações de riscos regularmente, o número das que não o fazem causou preocupação nos organizadores do estudo. “As pequenas e microempresas enfrentam desafios graves de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho. Embora a maior parte das organizações realizem avaliações de risco com regularidade, os estabelecimentos de menor porte provavelmente não o farão”, afirma a agência (página 8).

 

Riscos no Brasil

 

No Brasil, o problema pode ser ainda mais grave, pois o país já tem uma das maiores taxas de acidentes de trabalho do mundo, com 612 mil ocorrências em 2022, ou cerca de 70 por hora, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho – e ficando atrás apenas da China, Índia e Indonésia.

Segundo a AHM Solution, especialista em produtividade e segurança em operações logísticas, a avaliação regular de riscos e a adoção de equipamentos de “segurança ativa” podem baixar em até 80% os casos de lesões e afastamentos por acidente de trabalho.

A AHM Solution adota uma metodologia chamada Site Assessment, que promove um diagnóstico completo dos riscos de acidentes de trabalho nas plantas das empresas – sejam fábricas, pátios ou armazéns. “Este processo gera objetivos e ações que estimulam as empresas a proteger melhor a integridade dos colaboradores e terceiros que atuam em suas operações”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution.

Um dos possíveis resultados da avaliação periódica de riscos é a adoção dos chamados dispositivos de “segurança ativa”, que se diferenciam dos tradicionais equipamentos de proteção individual (EPI) e sinalizações de alerta. “Numa planta que disponibiliza apenas esses itens de segurança passiva, a prevenção de acidentes depende exclusivamente da atenção dos funcionários”, explica Moreira. “No entanto, em uma fábrica com ruído elevado ou diferenças de luminosidade, podem ocorrer acidentes como atropelamentos por falta de visibilidade dos pedestres e operadores de máquinas”, completa.

Entre os equipamentos de “segurança ativa” que reduzem acidentes em operações onde circulam veículos e pessoas, Moreira cita sensores de presença e câmeras embarcadas em empilhadeiras. “Alguns dispositivos inteligentes ainda registram em vídeo as ocorrências de quase acidente, o que ajuda as empresas a evitarem novas situações de perigo”, conclui o executivo.

Foto: Freepik/Divulgação AHM

 

3 de janeiro de 2024 0 comments
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