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#mulheres

INC - Capacitação e Treinamento

Bombeiros de SC treinam equipe de mulheres do CRAS

by redacao 21 de agosto de 2024
written by redacao

O 8º Batalhão de Bombeiros Militar de Tubarão, SC, realizou um treinamento de combate a incêndios a uma equipe de mulheres que faz parte das atividades socioeducativas do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro Humaitá.

A ação, realizada em julho, foi orientada pelo cabo Alesanco Neves de Farias e pelo bombeiro comunitário Franco Furghestti, cujo foco foi a instrução do uso de extintores e para a simulação de princípio de chamas, usou-se um latão em local aberto e supervisionado pelos profissionais, informa o site Tubanews.

 

 

Importância do CRAS

 

 

O CRAS recebe famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade social, sendo ofertado o Serviço de Proteção e Atendimento Integral a Família (PAIF), que envolve programas, projetos e benefícios de proteção social básica relativa à segurança de rendimento, autonomia, acolhida, convívio ou vivência familiar e comunitária.

Tal treinamento é fundamental para o entendimento de como proceder em ocorrências que envolvam grandes circulações de público, como no caso do CRAS.

Promover treinamentos contra incêndios no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é importante por diversas razões, entre elas porque atende uma população muitas vezes vulnerável, incluindo crianças, idosos e pessoas com deficiência. Em caso de incêndio, essas pessoas podem ter dificuldade em evacuar rapidamente ou se proteger sozinhas. Um treinamento adequado garante que todos saibam como agir, aumentando suas chances de sobrevivência.

Outro ponto é a conscientização e prevenção, uma vez que os treinamentos contra incêndio não se limitam a ensinar procedimentos de evacuação e combate ao fogo. Eles também promovem a conscientização sobre os riscos de incêndio, como evitar acidentes e o que fazer em caso de emergência. Essa conscientização pode ajudar a prevenir incêndios e minimizar seus impactos.

Essas ações também melhoram a segurança e confiança, já que saber que o CRAS está preparado para lidar com emergências como incêndios aumenta a sensação de segurança dos usuários e funcionários. Isso contribui para um ambiente mais tranquilo e confiante, essencial para o bom funcionamento do centro.

 

Foto: divulgação

21 de agosto de 2024 0 comments
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INC - Capacitação e Treinamento

Bombeiro Sênior: experiência aliada ao serviço de prevenção

by redacao 14 de maio de 2024
written by redacao

Além do trabalho com as crianças, por meio das atividades que englobam o Bombeiro Mirim, as corporações também realizam ações voltadas ao público idoso, por meio do projeto Bombeiro Sênior.

Na cidade de Divinópolis, MG, o 10º Batalhão de Bombeiros Militar (10ºBBM – CBMMG) realiza o Projeto de Responsabilidade Social Bombeiro Sênior, que desde abril de 2006 atende pessoas a partir de 60 anos por meio de atividades que envolvam o bem-estar emocional, social e corporal. “Os exercícios físicos são realizados com indicação médica, com objetivo de oferecer oportunidade de inclusão social, resgate da autoestima e valorização da pessoa idosa, diminuindo o número de distúrbios psicológicos e suas doenças correlatas, como depressão, insônia, angústia, síndrome do pânico”, informa nota.

 

Projeto Bombeiro Sênior

 

O Projeto expandiu-se para demais unidades do Corpo de Bombeiros pelo estado, ampliando o número de atendidos. Em São Gonçalo do Rio Abaixo, o batalhão da cidade iniciou em maio as ações, por meio de parceria com a Associação Bem-Viver da Terceira Idade (Abeviti) e a prefeitura.

Com encontros semanais, 40 moradores com mais de 59 anos aprendem a cultura da prevenção a incêndios e desastres e a ação em emergências. Uma das vivências foi conhecer o quartel, utilizar equipamentos que os bombeiros manuseiam, além de um treinamento de desengasgue, algo que pode acontecer com idosos.

 

Pelo Brasil

 

Além de Minas Gerais, outros estados também contam com programas semelhantes. O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) bem como os Bombeiros Voluntários contam com a ação Bombeiros da Melhor Idade. Dependendo da unidade, o curso de formação tem carga horária entre 30 a 40 horas, com noções de primeiros socorros, prevenção em acidentes e incêndio, além de conhecimentos institucionais do CBMSC.

“Depois de formados, os Bombeiros da Melhor Idade continuam ativos nos quartéis, participando do desfile no dia 7 de setembro e do Dia Nacional do Bombeiro”, explica a Capitão BM Fernanda Sebastiani, do 13º BBM. Um destaque é o programa de avaliações de atendimento, presente nesse batalhão desde 2018, o qual consiste em contatar pessoas atendidas por profissionais do CBMSC. “Durante as ligações, os voluntários preenchem um questionário com seis perguntas sobre a satisfação dos usuários atendidos em todos os municípios que integram o 13º BBM. A carga horária é de duas horas diárias, de segunda à sexta-feira”, informa nota.

Já no Ceará, o Corpo de Bombeiros local conta com o Projeto Saúde Bombeiro e Sociedade (PSBS), que oferece, também em parcerias com outras entidades, o suporte à população, em especial às mulheres, por meio de atividades de inclusão e coesão social.

Em abril, o núcleo de Vila União celebrou 20 anos de atividades, que também englobam ações para pessoas com deficiência.  “O PSBS tem tido um impacto significativo na saúde das mulheres do Ceará, e é por isso que vamos continuar trabalhando para fortalecer as atividades”, frisa o tenente-coronel George Girão, coordenador do Centro de Treinamento e Desenvolvimento Humano (CTDH) do CBMCE.

Foto: divulgação CBMMG

14 de maio de 2024 0 comments
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Melhores condições de trabalho é pauta principal das mulheres trabalhadoras - Revista Cipa
SST - Prevenção de Acidentes

Melhores condições de trabalho é pauta principal das mulheres trabalhadoras

by 4 de março de 2024
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O Dia Internacional da Mulher nasceu de uma pauta trabalhista: em 8 de março de 1917 milhares de mulheres protestaram na Rússia por melhores condições laborais e de vida, contra a fome e a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), no que ficou conhecido como “Pão e Paz”.

Hoje, as mulheres ocupam inúmeros cargos que outrora tinham a maioria masculina, inclusive o setor de Saúde e Segurança do Trabalho (SST). “Trabalhar na área de SST é desafiador, mas nós vemos que nosso lugar está se expandindo em vista dos tempos mais conservadores que vivíamos. E com certeza a mulher vem quebrando barreiras na área de SST e em muitas outras predominantemente masculinas”, comenta Maria Helena, técnicade Segurança do Trabalho, em depoimento para o blog da Erplan, empresa desenvolvedora de soluções em tecnologia nas áreas de Segurança do Trabalho, Meio Ambiente e Qualidade.

Dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2015 mostram que quase 25 mil mulheres atuam como técnicas; e na engenharia em SST, o número fica entre 157 mil homens ante a casa de 7 mil mulheres, ou seja, apenas 4% das vagas são femininas.

 

Avanços em prol das mulheres

 

Outro índice que chama a atenção é o levantado pela NOZ Inteligência, em parceria com a companhia do segmento MSA Safety: dos 600 profissionais (mulheres, homens e outros) que responderam voluntariamente a um questionário online, 53% das mulheres que atuam em SST afirmaram terem sofrido anteriormente discriminação no ambiente profissional. Já 45% não receberam aumento de salário como reconhecimento de desempenho, e entre as mulheres negras, o percentual dispara em 50%.

“Frente ao resultado do estudo (publicado em 2023), percebemos a necessidade de validar a importância da igualdade e equidade entre os gêneros no mercado Ambiental, Saúde e Segurança (EHS, em inglês)”, salienta Fernanda Hyodo, gerente de Marketing de Produtos na MSA Safety.

Com o propósito em garantir mais segurança à mulher trabalhadora, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou recentemente a cartilha ‘Direitos da Mulher Trabalhadora: para um mundo do trabalho com respeito e dignidade’, material desenvolvido pela Secretária de Inspeção do Trabalho, por meio da Coordenação Nacional de Combate à Discriminação e Promoção da Igualdade de Oportunidades (Conaigualdade), em parceria com a Subsecretaria de Estatísticas e Estudos do Trabalho.

Usando como instrumento a informação como forma de conscientização acerca dos direitos trabalhistas aplicáveis às mulheres trabalhadoras e os respectivos deveres dos empregadores, o documento tem, em seu conteúdo, os direitos delas no mercado de trabalho e de proteção à maternidade, trazendo a contextualização do cenário brasileiro, conceitos, dados e indicadores que permitem a identificação do assédio, discriminação e violência no ambiente laboral.

“A superação das desigualdades de gênero pressupõe a garantia de direitos sociais às mulheres, dentre eles os trabalhistas, em igualdade de oportunidades e de tratamento em relação aos homens, assegurando-se as possibilidades de uma existência digna”, frisa Marina Sampaio, a auditora-fiscal do trabalho e coordenadora da Conaigualdade.

 

Exemplos

 

Um exemplo de respeito às mães, o Hospital Distrital de Itaporanga (HDI) Dr. José Gomes da Silva, PB, implantou, em janeiro, a primeira sala de apoio à Mulher Trabalhadora que amamenta. O local conta com poltronas, geladeira e pia de higienização, e mulheres atuam no estabelecimento fazendo a orientação sobre amamentação.

Shirleyanne Brasileiro, diretora geral da unidade, ressalta que a sala é destinada não apenas às funcionárias, mas também a qualquer trabalhadora do município e região que precisa de um local de apoio para amamentar. “Reconhecemos a importância do aleitamento materno e queremos oferecer um ambiente adequado para que as mães possam extrair e armazenar o leite durante o expediente. Também apoiamos os empregadores que amparam a mulher trabalhadora, garantindo o seu emprego e para que dê reorganização ao seu vínculo de trabalho e apoio à família”, completa.

A promoção de um ambiente saudável, que cumpra as Normas Regulamentadoras e, principalmente, seja incluso é de extrema importância não apenas como uma exigência legal, mas para preservar vidas e levar a pluralidade a todos os colaboradores, em especial à mulher trabalhadora, inclusive a que está à frente do setor de SST.

Foto: Freepik

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