Revista CIPA & Incêndio
  • CIPA
  • INCÊNDIO
  • FIRESHOW
  • LINKS ÚTEIS
  • Fisp
  • VÍDEOS
quarta-feira, junho 17, 2026
  • Media
  • A Revista
  • Acervo Digital
  • Grupo Fiera Milano
  • Anuncie
    • Kit Midia
  • Assine
  • Fale Conosco
Revista CIPA & Incêndio
  • CIPA
  • INCÊNDIO
  • FIRESHOW
  • LINKS ÚTEIS
  • Fisp
  • VÍDEOS
Revista CIPA & Incêndio
Revista CIPA & Incêndio
  • Home 2
  • Product Short Name

Copyright 2022 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign

Tag:

estresse

Saúde mental das trabalhadoras negras é tema de pesquisa na Bahia - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Saúde mental das trabalhadoras negras é tema de pesquisa na Bahia

by 3 de setembro de 2024
written by

Os transtornos mentais comuns associados ao trabalho (como depressão e estresse) são três vezes maiores em trabalhadoras negras.

Esta é uma das conclusões tiradas no levantamento realizado pelas pesquisadoras Camila Carvalho de Sousa, do Hospital Universitário Professor Edgar Santos, de Salvador, BA; e Tânia Maria de Araújo, da Universidade Estadual de Feira de Santana, Departamento de Saúde, Núcleo de Epidemiologia, Feira de Santana, BA, no artigo intitulado “Efeitos combinados de gênero, raça e estressores ocupacionais na saúde mental”.

 

Realização do estudo com mulheres negras

 

A amostragem transversal analisou os efeitos isolados e combinados de fatores de exposição de mulheres, negras e em situações de pressão nos serviços de saúde públicos da atenção básica e de média complexidade, sendo as Unidades de Pronto-Atendimento (Upas) e os serviços especializados, de seis municípios baianos.

“Os resultados reforçam que trabalhadoras negras têm mais desvantagens sociais e são mais suscetíveis a ocupações de maior esforço e menor recompensa (posições de trabalho menos valorizadas, menor remuneração, maior exposição a estressores), indo ao encontro de resultados documentados na literatura”, informa nota da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro), cujo artigo está publicado em sua Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (RBSO).

A trabalhadora negra enfrenta desafios diários que impactam diretamente sua saúde mental. Racismo, discriminação e desigualdade social geram estresse e ansiedade, afetando seu bem-estar e produtividade. Cuidar da saúde mental dessa mulher é fundamental para garantir um ambiente de trabalho justo e acolhedor, além de promover sua qualidade de vida. Valorizar sua saúde mental é reconhecer sua força e contribuição para a sociedade.

Foto: Freepik

3 de setembro de 2024 0 comments
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Problemas causados pelo Burnout atingem CISOs e ameaça segurança digital no país - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Problemas causados pelo Burnout atingem CISOs e ameaça segurança digital no país

by 24 de julho de 2024
written by

O esgotamento mental físico e mental, também chamado de Síndrome de Burnout, já é uma realidade entre muitas pessoas que atuam nas mais diversas profissões. Imagine, então, com quem lida com segurança digital, os chamados CISOS (do inglês, Chief Information Security officer, ou responsáveis pela segurança da informação, tradução livre)?

Segundo pesquisa divulgada pela ISACA (Information Systems Audit and Control Association), entidade internacional que elabora certificações de segurança de sistemas, revelou que 70% dos CISOs ouvidos sentem-se esgotados e 30% consideram a possibilidade de deixar seus cargos futuramente. Se medidas preventivas não forem tomadas, a situação pode piorar até 2027, destaca o estudo.

 

Olhar para o trabalhador da segurança digital

 

Para Denis Nesi, diretor executivo e CISO, a resiliência pessoal é importante para lidar com o estresse, mas não é tudo. “É fundamental reconhecer o papel crucial do ambiente de trabalho e das medidas preventivas para a redução do estresse. Na área de cibersegurança, os desafios constantes tornam o trabalho insustentável e o impacto psicológico afeta a qualidade das decisões e prejudica o desempenho dos profissionais”, escreve, em seu artigo.

 

Lindando com o Burnout

 

Ainda colocando na ponta do lápis, segundo a Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), 30% dos trabalhadores brasileiros sofrem com essa doença ocupacional classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2022, e que atualmente, o Brasil é o segundo país com mais casos diagnosticados no mundo.

Para Otávio Pinto e Silva, professor do Departamento de Direito do Trabalho e Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP, os departamentos de recursos humanos das empresas precisam estar preparados para enfrentar essas situações e estabelecer um ambiente de trabalho mais saudável. “Muitas vezes, o trabalhador tem uma reação de ficar mais calado, introvertido, e tem até vergonha de expor aquilo que está passando. Todo mundo pode passar por isso um dia, então é muito importante que a empresa tenha esse ambiente adequado para poder enfrentar essas eventuais situações”, aponta, em entrevista à Rádio USP.

Ambos os especialistas reconhecem a necessidade de medidas preventivas. Além de um local de trabalho mais saudável, a redução do estresse, encontrar o autoconhecimento e o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, bem como busca profissional em saúde e inclusive jurídica, no caso de afastamento e direitos trabalhistas, são essenciais nesse período tão delicado.

Foto: Freepik

24 de julho de 2024 0 comments
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Estresse prolongado prejudica gradativamente a saúde dos trabalhadores, apontam estudos - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Estresse prolongado prejudica gradativamente a saúde dos trabalhadores, apontam estudos

by 11 de março de 2024
written by

Boletos, problemas pessoais e profissionais, guerras, crise climática, violência nas cidades. Esse combo de notícias e situações ruins juntamente com local de trabalho tenso pode resultar em problemas sérios de saúde. Pesquisa da Associação Americana de Psiquiatria mostrou que a exposição constante a notícias negativas, informações perturbadoras e imagens angustiantes é um dos principais impulsionadores do estresse e da ansiedade dos funcionários, podendo prejudicar a saúde e a produtividade dentro das empresas. Em números, os trabalhadores norte-americanos estão preocupados com a inflação (76%), a violência (69%) e o meio ambiente (61%).

Já no Brasil, os trabalhadores da chamada Geração Z (pessoas nascidas, em média, entre a segunda metade da década de 1990 e o ano de 2010) estão entre as mais deprimidas e ansiosas, segundo outro levantamento, o da health tech Vittude, especializada em saúde mental, divulgada pela Bloomberg Línea.

Dados apontam que uma em cada quatro pessoas empregadas no país (27,7% do total) com idade até 25 anos se diz com ansiedade; a mesma proporção (27,5%), com depressão; e uma em cada três (36,5%), com estresse. “A geração que registrou maiores índices de transtornos é também a primeira nativa digital, ou seja, já nasceu em um ambiente assim. Podemos traçar um paralelo entre o aumento do desenvolvimento de transtornos mentais como esses citados pela pesquisa com o aumento de contato e familiaridade com a tecnologia”, salienta Tatiana Pimenta, CEO da Vittude.

 

Gatilhos do estresse

 

O excesso de informações, telas e ainda a acessibilidade constante a dispositivos de demonstram as pessoas estarem sempre online e/ou dispostas a trabalhar a qualquer momento e em qualquer lugar são os gatilhos para doenças relacionadas ao estresse, como Burnout, ansiedade e depressão, alertam os especialistas.

Falando em Síndrome de Burnout, o Brasil tornou-se um terreno fértil para o desenvolvimento desse transtorno, destaca a psiquiatra Alexandrina Maria Meleiro, da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), à CNN. “O Brasil é o primeiro país no mundo no índice de ansiedade (9,3%) e é o quinto no mundo de depressão, só perdendo na América para os EUA. Então, nós temos uma incidência muito alta, uma prevalência de depressão e ansiedade e claro que isso atinge o trabalhador. Em média, 30% são afastados e é um dos motivos de mais incapacidade para o trabalhador”, frisa.

“Tem uma série de profissões que são mais comuns de se observar esse tipo de fenômeno. Trabalhadores da área da saúde, submetidos a situações de extremo estresse, tendo que lidar com perdas muito significativas, com o medo de contaminação, com incerteza às vezes com condições de trabalho que não são favoráveis”, pontua Catarina Dahl, consultora de saúde mental, álcool e outras drogas das Organizações Pan-Americana da Saúde (Opas) e Mundial de Saúde (OMS), também ao canal.

 

Por um ambiente que favoreça a resiliência

 

Inevitável estarmos alheios ao noticiário, inertes ao uso de tecnologias e dispostos a ficar totalmente off-line, contudo a busca pelo equilíbrio necessita ser uma premissa se quisermos melhorar a qualidade de vida e de trabalho.

Para tanto, as empresas precisam também embarcar nesse objetivo, estando cientes da importância de pausas, respeito aos horários, distribuição de tarefas, demandas e ainda o emprego de ações de saúde mental não sendo vistas apenas como um bônus, mas ferramenta importante aos colaboradores. “Não cabe mais olhar a saúde mental como um pilar de benefício oferecido. O cuidado emocional precisa ser integrado e exige atenção por meio de programas. Afinal, isso impacta o bem-estar, a motivação, odesempenho e a produtividade das equipes”, frisa Tatiana Pimenta, da Vittude.

 

Como, então, as corporações podem ser aliadas a esse propósito?

 

Melissa Miller, diretora de clínica médica, e Andrea Mingo, treinadora de Wellness, ambas da plataforma de saúde e meditação Calm, recomendam que as organizações invistam na cultura da conversa, com times alinhados em criar uma “aliança para a saúde psicológica”, ou seja, um manifesto a favor da saúde mental, dando voz a todos os atores. Isso pode ser feito desde o setor de Recursos Humanos até as pessoas que trabalham como terceirizadas, por meio de treinamentos e capacitações, sempre com uma ajuda especializada.

Elas também propõem o que chamam de “PIE check-in”, uma verificação se os times estão bem nos quesitos Físico (Physical), Intelecto (Intellectual) e Emocional (Emotional). “Inicie reuniões com uma conversa aberta com a equipe, permitindo que os funcionários sejam ouvidos por meio da auto-avaliação. Como você está fisicamente, intelectualmente, emocionalmente? Às vezes, a resposta vai ser ‘estou exausto, triste’ ou ‘sinto-me esgotado, sobrecarregado’. Dar espaço para compartilhar, de forma autêntica, ajuda as pessoas a se sentirem mais seguras o suficiente para dividir esses problemas, e os líderes, em especial de RH, possam entender essas demandas e buscar ajuda”, esclarecem.

Foto: GettyImages

11 de março de 2024 0 comments
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Panorama brasileiro mostra que saúde do trabalhador deve ser prioridade nas organizações - Revista Cipa
SST - Saúde Ocupacional

Panorama brasileiro mostra que saúde do trabalhador deve ser prioridade nas organizações

by 11 de janeiro de 2024
written by

As Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e Assédio (CIPAs), os Centros de Referência ao Trabalhador (Cerests) e outros programas realizados pela Saúde Pública ou dentro das empresas são de extrema valia para preservar o bem-estar e a vida dos colaboradores. E isso vai além de um dispositivo obrigatório, já que segundo a CLT em seu artigo 162, determina que as organizações devem o de manter serviços especializados em medicina do trabalho e do artigo III ao XV, são dispostas as normas referentes à Segurança e Saúde do Trabalho.

Dados obtidos pelo site Empregos.com.br mostram um aumento de quase 50% no interesse das empresas em implantar ações de bem-estar aos colaboradores, já que um quarto das organizações afastou funcionários por adoecimento mental nos últimos 12 meses. A Síndrome de Burnout, classificada como doença ocupacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2022 e inclusa na lista de doenças ocupacionais no Brasil em 2023, é responsável pelo afastamento de 30% dos empregados.

 

Inspiração para as organizações

 

Para Mariano Alberichi, engenheiro de Segurança do Trabalho do Sesi Paraná, a SST é essencial para não só evitar acidentes e promover ações de saúde mental, mas também um assunto que deve ser discutido e inspirado nas organizações. “É importante tratar esse assunto sobre dois pontos de vista: o econômico, que encobre os custos referente aos treinamentos, atendimento à legislação, equipamentos adequados e melhor qualidade de itens como os equipamentos de proteção, evitando os passivos trabalhistas; e o lado humano, diretamente ligado à promoção da saúde no ambiente de trabalho e a consciência desse trabalhador em relação a sua importância dentro da empresa”, frisa.

Muito embora haja bons exemplos da aplicabilidade da SST nas corporações, ainda há um longo caminho a ser percorrido: pelo menos um brasileiro morre no país a cada 3h47 em decorrência de um acidente laboral, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho. Quais seriam, portanto, as soluções? Para José de Lima Ramos Pereira, procurador-geral do trabalho, ao jornal Extra, o tema precisa estar em pauta em todas as esferas: “Na maioria das vezes, um acidente ocorre por descaso de quem tem o dever de oferecer equipamento melhor, orientação e um ambiente seguro, e não o fazem. Deve ser preocupação constante para nós, em razão das perdas de vidas e de capacidade laborativa em todo o mundo”, argumenta.

 

Mudanças necessárias

 

Já para Diego de Oliveira Souza, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e membro do Grupo de Trabalho em Saúde do Trabalhador da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), se faz necessária uma mudança também nos mecanismos de notificação de acidentes de trabalho. “Submetidos ao controle social devem ser concretizados, pois as Comunicações de Acidente de Trabalho já se mostraram suscetíveis as manipulações de empresas, assim como as notificações do Sistema de Informação de Agravos de Notificação têm se revelado incipientes, refletindo a invisibilidade da STT nos demais setores internos e externos ao Sistema Único de Saúde”, frisa, em artigo ao site Outras Palavras.

E conclui: “As CIPAs, conselhos de saúde, sindicatos, cooperativas de trabalhadores, entre outros, devem exercer um papel mais eminente no processo de notificação, até como reflexo de seu protagonismo na vigilância em saúde do trabalhador em geral”.

Foto: reprodução

11 de janeiro de 2024 0 comments
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Top Selling Multipurpose WP Theme

Categorias

  • INC – Tecnologia e Inovação (2)
  • INC – Incêndio Florestal (19)
  • INC – Fire Show (3)
  • INC – Prevenção de Incêndios (101)
  • INC – Legislação e Normas (17)
  • INC – Indicadores (1)
  • INC – Eventos (14)
  • INC – EPI para Bombeiros (2)
  • INC – Casos e Análises (8)
  • INC – Capacitação e Treinamento (113)
  • SST – Tecnologia e Inovação (22)
  • SST – FISP (8)
  • SST – Saúde Ocupacional (78)
  • SST – Produtos & Serviços (2)
  • SST – Trabalho Digno (3)
  • SST – Personalidades e Carreira (4)
  • SST – Prevenção de Acidentes (101)
  • INC – Personalidades e Carreira (5)
  • SST – Legislação e Normas (35)
  • SST – Indicadores (6)
  • SST – Gestão de Riscos (14)
  • SST – Eventos (24)
  • SST – Ergonomia (2)
  • SST – EPI (13)
  • SST – Coluna (1)
  • SST – Casos e Análises (2)
  • SST – Capacitação e Treinamento (11)
  • SST – Artigo Técnico (1)
Revista CIPA & Incêndio
  • Home
Revista CIPA & Incêndio
@2021 - All Right Reserved. Designed and Developed by PenciDesign

Shopping Cart

Close

Nenhum produto no carrinho.

Close